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rita lee corinthians  Rita Lee diz que estádio do Corinthians é presente de grego

Imagem do Twitter oficial da cantora Rita Lee

A cantora Rita Lee criticou nesta segunda-feira (30) em sua conta no Twitter o anúncio do novo estádio do Corinthians, que será construído para abrigar os jogos da Copa do Mundo de 2014. A cantora escreveu que “algo me diz q o estádio do curíntia será 1 presente d grego. p/ quem ñ conhece itaquera é o cú d onde sai a bosta do cavalo do bandido”.

Discutindo com alguns torcedores, ela afirmou que foi mal compreendida, e escreveu um novo post: “eta q neguinho crucifica sem entender! ñ critiquei itaquera ou sampa ou o curíntia, mas a roubalheira q vai rolar na construção dessa porra!”.

Lee, que é corintiana, afirmou ainda que protestou pelo bem do time. Ela fez uma terceira postagem no Twitter dizendo: “há 65 anos sou curíntia e ñ tem 1 filho da puta da porra aqui p me calar a boca, quero o melhor p o timão, os torcedores d merda q se fodam”. Ela também defendeu a construção do estádio no lugar do Jockey Club, que ela chamou de “um lugar inútil q só serve p/ os ricos balaçarem as jóias uma vez ao ano”.

Após outra troca de mensagens, Lee decidiu terminar a discussão. “Pô, vou encerrar o assunto porque é triste ver o ‘Curíntia’ tão chingado pelos outros times. Me chinguem qto quiserem, mas o timão não!”, escreveu.

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60% dos fumantes com câncer não conseguem abandonar o cigarro

Publicado por Tulio em 27 agosto, 2010.

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Seis a cada dez fumantes com câncer não conseguem parar de fumar mesmo depois de saber que estão doentes. O dado foi detectado em levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e divulgado nesta quinta-feira (26).

O tabagismo prejudica a função pulmonar, o que aumenta o risco de complicações durante a radioterapia. Além disso, dificulta a cicatrização, eleva a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares.

Outro problema provocado pelo cigarro é a interferência na quimioterapia. Para quem é tabagista, o efeito de alguns remédios pode ser bem menor.

Para contornar o problema – 35% dos pacientes atendidos pelo instituto são fumantes – foi adotada a estratégia de distribuição de gomas de nicotina e adesivos.

Fonte G1

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Como é feito o vinil?

Publicado por Tulio em 17 abril, 2010.

Daryan Dornelles

Corte de Acetato // Foto: Daryan Dornelles

 

No ano de 1990, o Brasil vendeu mais de 31 mil unidades de vinil. O número caiu para pouco mais de mil em 1996, o auge da substituição pelos CDs, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Disco. Mas, se você acha que o bolachão já morreu, está muito enganado. Este ano, a reabertura da Polysom, a única fábrica de vinil da América Latina, veio para mostrar que essa indústria volta a ganhar fôlego. E 2010 parece o marco da mudança deste cenário, a empresa espera produzir cerca de 200 mil discos em um ano – cerca de 10% da produção atual de LPs nos Estados Unidos.

Gradualmente, muitos artistas brasileiros voltam a publicar suas obras também no discão preto. Recentemente, Lenine, Pitty, Cachorro Grande, Fernanda Takai, Nação Zumbi, Mukeka di Rato e Dead Fish aderiram ao LP – alguns deles começaram sua carreira musical muito depois da chegada dos compact discs. O número de LPs por músico ainda é baixo, a maioria produz uma primeira leva de de 500 discos e depois pode aumentar, informa a assessoria de imprensa da Polysom.

Mas, afinal, por que voltar a fabricar o vinil se cabem muito mais músicas no CD e , agora, a música digital permite um estoque quase infinito de discografias? “Basicamente, o som do vinil tem muito mais profundidade e existem muitas possibilidades gráficas em razão do tamanho das capas – cerca de 31cm x 31 cm”, diz João Augusto, proprietário da Polysom.

Augusto, que trabalhava com LPs desde 1979 na extinta Polygram, é quem explica o processo de fabricação do vinil. Primeiro, o áudio entregue pelo cliente é analisado pelo operador do corte de acetato, que verifica se atende aos princípios básicos para um corte sem distorções ou “pulos”. Alguns defeitos podem ser corrigidas por ele mesmo no momento do corte, outros não.

 Depois, o operador do corte transfere o som de cada lado do disco, para um acetato de 14 polegadas. Após o corte, ainda verifica no microscópio – tão importante quanto a verificação auditiva – se os sulcos do disco estão preservados. Aprovado o corte, o acetato é imediatamente conduzido ao setor de galvanoplastia, para transformá-lo em matrizes de níquel para serem colocadas nas prensas.
 
Fonte:  Galileu, por Denise Dalla Colletta

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A mulher ideal

Publicado por Tulio em 15 abril, 2010.

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De vez em quando, as circunstâncias me levam a perguntar a mim mesmo quem é o meu tipo de mulher ideal. Acho que acontece com todo mundo, não? Diante de um rompimento doloroso ou confrontados com a possibilidade de um compromisso, somos forçados a pensar sobre o tipo de pessoa que nos faria felizes.

Eu mesmo nunca fui bom em responder a essa pergunta. Sempre a considerei um exemplo de racionalidade mal aplicada. De que adianta concluir que eu gosto de loiras com alma de escritora se eu vou acabar envolvido com uma morena com corpo de passista? A vida é implacável com as nossas convicções. E morre de rir das nossas certezas.

Uma vez, milênios atrás, eu estava na porta do cinema com um casal de amigos. Eles queriam me apresentar uma garota com quem achavam que eu teria alguma afinidade. Ela veio chegando, eles a mostraram à distância e eu descartei: “Não é meu tipo”. Cinco anos depois, eu gemia no escuro por causa dela, que tinha me dado um pé na bunda. Foi uma das relações mais marcantes da minha vida – e nem era meu tipo…

Mesmo assim, hoje em dia me parece útil refletir sobre as qualidades e os defeitos que cativam cada um de nós. Ainda que seja de uma forma provisória. Não sei se isso ajuda conscientemente nas nossas escolhas, mas certamente contribui para um melhor entendimento de nós mesmos. Como dizia um amigo meu, nada explica mais sobre uma pessoa do que a escolha que ela faz de parceiros.

Mas, ao pensar na mulher ideal, não me vem à cabeça uma lista como aquelas captadas pelas pesquisas americanas, em que se enumeram características bem específicas. Recentemente, uma sondagem de opinião com as mulheres da Geração Y (que ainda não fez 30 anos) descobriu que o homem ideal, além de bem-sucedido, bonito, seguro, sensível e inteligente, além de atleta, gourmet e hábil administrador financeiro, deveria ser também “inspirador”. O que diabo quer dizer isso?

Não. Quando eu penso na mulher ideal tendo a olhar para trás e fazer um apanhado das características das pessoas que passaram pela minha vida. Lembro delas e sou forçado a concluir que aquilo que me agrada ou desagrada nas mulheres não é tão diferente daquilo que me agrada ou desagrada nas pessoas em geral. Trata-se de temperamento e de personalidade, nunca de currículo. O que a pessoa tem, fez ou sabe tende a ser uma consequência do que ela é – e nesse pedaço do “ser” se fixa o meu interesse.

Feitas essas ressalva, vamos à descrição da Mulher Ideal, com tudo o que ela tem de arbitrário e pessoal. Talvez ajude algum sujeito por aí a entender as suas próprias preferências. Talvez ajude as mulheres a refletir sobre o que vai pela cabeça conturbada dos homens:

Quando eu penso na mulher ideal, o primeiro adjetivo que me vem à mente é afetuosa. Aprendi, com o passar dos anos, que gosto de ter ao meu redor gente que se vincula e que demonstra carinho, sem ser chata. Racionalidade e distanciamento são virtudes importantes, mas elas não me comovem. Eu gosto de mulher doce.

Outra coisa da qual eu gosto é elegância, entendida como um jeito de se relacionar com o mundo e com as pessoas. Não se trata apenas de roupas. A elegância de que eu falo começa no jeito de andar, mas se expressa, sobretudo, em atitudes e palavras. É uma mistura de harmonia, altivez e senso de humor. Eu me incomodo cada vez mais com grossura e vulgaridade.

Tolerância é fundamental. Todo mundo que tem algum conhecimento sobre si mesmo sabe que seres humanos são falíveis e contraditórios. É preciso apreciar a diversidade dos comportamentos e olhar para os demais com generosa ironia. Mulheres bravas, que só recriminam as pessoas em volta, me trazem más recordações.

Eu gosto de gente rebelde. Não precisa ser a Rosa de Luxemburgo, mas alguma dose de indignação e engajamento é essencial. Pessoas que não percebem as injustiças ou não se incomodam com elas me incomodam. Gente que só olha para a própria barriga também não me vai. A mulher ideal tem de ser cúmplice quando o sujeito estiver exasperado com o andamento do mundo.

Olhando para trás, percebo que eu aprecio a originalidade. Não gosto de mulher igual às outras mulheres, por mais bonita que seja. Quem se confunde com o bando não me atrai. As pessoas têm de ter luz própria, personalidade, estilo. Defeitos, talvez. É isso que as torna interessantes e, às vezes, indispensáveis – onde você vai arrumar outra mulher como aquela se ela é única?

Beleza é essencial, claro – mas ela vem em vários formatos. Loira, alta, magra e de olhos azuis? Não precisa. Cabelos castanhos são lindos, opulência é sensacional, baixinhas são sexy e há dezenas de formatos de rostos irresistíveis. Existem também a graça e a sensualidade, sem as quais a beleza fica muda. Na vida real não se aplica o padrão das passarelas ou mesmo das novelas, mas beleza ainda faz diferença.

Por fim, eu admiro as mulheres leves. Não, não se trata de magreza. É um jeito de olhar para a vida sem mágoas, com curiosidade e interesse. É a facilidade de rir e de se surpreender, de ficar feliz. O oposto disso é a mulher amarga, rancorosa, mal humorada. Isso afasta.

Haveria outras coisas a acrescentar ao perfil da Mulher Ideal: inteligência, independência e até mesmo, como diria Vinícius de Moraes, uma indefinível e ocasional melancolia. Mas o que temos na lista é suficiente para marcar o meu ponto de vista e começar a discussão. Existe ou não a Mulher Ideal ?

Fonte Época, por Ivans Martins

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Dez passos para se amar

Publicado por Tulio em 9 abril, 2010.

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1 - Parem com toda a crítica

A crítica nunca muda coisa alguma.

Recusem criticar-se.

Aceitem-se exatamente como vocês são.

Todos mudam.

Quando vocês se criticam, suas mudanças são negativas.

Quando se aprovam, suas mudanças são positivas.

2 - Não se alarmem

Parem de se aterrorizar com seus pensamentos.

Encontrem uma imagem mental que lhes dê prazer e imediatamente desviem os seus pensamentos para algo agradável.

3 - Sejam gentis, bondosos e pacientes

Tratem-se com paciência, gentileza e bondade.

Tratem-se como fariam com alguém a quem amassem.

4 - Sejam gentis com sua mente.

Odiar-se é somente odiar os seus próprios pensamentos.

Mudem gentilmente os seus pensamentos para pensamentos mais amorosos.

5 - Elogiem-se.

A autocrítica deprime o espírito interior.

A exaltação o edifica.

Afirmem a vocês mesmos como é apropriado o que estão fazendo com tudo.

6 - Apoiem-se.

Aproximem-se dos amigos e permitam com que eles os ajudem.

Ser forte é pedir por ajuda quando mais precisam.
7 - Sejam amorosos com seus pontos negativos.

Reconheçam que os criaram para satisfazer uma necessidade.

Agora estão encontrando novas maneiras positivas de preencherem estas necessidades.

Liberem os velhos padrões.

8 - Cuidem do seu corpo.

Aprendam sobre nutrição.

O que o seu corpo necessita para ter a energia e a vitalidade ideal?

Aprendam sobre exercícios.

Estimem o templo em que vocês vivem.

9 - Trabalho do Espelho

Olhem dentro dos seus olhos freqüentemente.

Expressem o sentido crescente do amor que sentem por vocês mesmos.

Perdoem-se por tudo, enquanto se fitam no espelho.

Uma vez ao dia digam, “Eu amo você” para vocês mesmos no espelho.

10 - Façam-no Agora.

Não esperem até que vocês fiquem bem, percam peso ou recebam um novo emprego.

Comecem agora, façam o melhor que puderem.

Extraído do Livro: “Criando uma Abordagem Positiva” de Louise Hay”

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Como redes sociais influenciam nosso hábito de beber

Publicado por Tulio em 8 abril, 2010.

Conversa%2520de%2520bar2 Como redes sociais influenciam nosso hábito de beber 

Contatos sociais podem te fazer beber mais ou menos: influência das amizades, e das amizades dos amigos…
 
 Beber pode ser socialmente contagioso. A conclusão é de uma pesquisa feita pelo sociólogo greco-americano Nicholas A. Christakis, professor do Departamento de Políticas de Assistência Médica da Universidade de Harvard, e pelo americano James Fowler, cientista político da Universidade da Califórnia, San Diego. Christakis e Fowler são conhecidos por suas pesquisas quem misturam redes sociais – um ramo da sociologia que representa relacionamentos afetivos ou profissionais como ligações em um rede – com saúde, bem-estar e assistência médica. Eles já estudaram, por exemplo, como a generosidade por ser contagiosa ou como parar de fumar pode se espalhar por uma rede social.

Mas o que isso significa? É o velho “as amizades influenciam”, com roupagem sociológica-científica e dados quantificáveis. Para Christakis e Fowler, os seus conhecidos que bebem influenciam em como você lida com a bebida. Se alguém bem próximo a você em uma rede social – um amigo, um parente ou um colega – bebe muito, você tem 50% a mais de probabilidade de também beber muito. (Beber muito: um drink por dia para mulheres; dois drinks para homens.) Se alguém a dois graus de distância, um amigo de um amigo por exemplo, bebe muito, você tem 36% a mais de probabilidade de também fazê-lo. A influência continua até o terceiro grau de separação, algo como o primo da mãe da sua namorada, com o aumento da chance em 15%, e desaparece depois do quarto grau de separação.

Outros fatores, como idade, sexo e escolaridade, além da ligação social a várias pessoas que bebem muito, tiveram um impacto significativo sobre o consumo de álcool de um indivíduo. Para cada outro contato social que bebe muito, a probabilidade da pessoa de beber muito aumenta em 18%, e a probabilidade de se abster de álcool diminuiu 7%. O contrário também vale: para cada pessoa que não bebe na rede social, a chance de beber muito cai 10%; e para cada amigo completamente abstêmio, pessoas têm 11% menos probabilidade de beberem moderadamente e é 22% mais provável que também se abstenham de beber. Os autores não encontram relação entre pessoas que bebem muito e aquelas que tem um hábito moderado de consumo de álcool.

“Os efeitos de uma rede social no consumo de álcool podem ter um efeito positivo ou negativo na saúde, dependendo das circunstâncias”, afirmam os pesquisadores. “Beber é um problema clínico e de saúde pública que envolve grupos de pessoas interconectadas que compartilham comportamentos.” Segundo Christakis e Fowler, os resultados deste estudo, juntos com pesquisas anteriores, apoiam a noção de que “como as pessoas estão conectadas, a sua saúde também está conectado”.

A pesquisa, publicada no periódico científico Annals of Internal Medicine, foi feita com dados de 5.000 participantes do Framingham Heart Study (FHS), um estudo de longa duração iniciado em 1948 que recolhe informações sobre a saúde, incluindo hábitos de consumo de álcool, de indivíduos de diversas gerações a cada dois a quatro anos.

Fonte Época

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610x Anvisa proíbe no Brasil implantes de silicone que se rompem com facilidade

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o comércio de próteses de silicone da marca Poly Implant Prothese (PIP) em todo o território nacional. Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (5), a agência informa que a decisão foi tomada após um alerta Agência Francesa de Saúde, que detectou um aumento no número de casos de rompimento das próteses desse fabricante. 

Na última quarta-feira (30), as autoridades de saúde francesas recolheram próteses da PIP do mercado

alegando que elas eram feitas de um tipo de silicone fora da especificação recomendada, e que isso estaria causando o rompimento precoce da cápsula que envolve o produto.
No Brasil, os dois produtos suspensos são o Implante Mamário Preenchido de Gel de Alta Rotação Coesividade e o Implante Mamário Preenchido de Gel de Alta Coesividade.

Segundo o aviso publicado pela Anvisa, quem usa esses dois produtos não precisa substituí-los imediatamente. “Não existem razões que justifiquem a remoção e substituição preventivas dessas próteses, a não ser que uma ruptura efetiva seja identificada.”

A agência também informa que as pessoas que utilizam implantes da PIP devem visitar seu médico para saber se são necessários exames para verificar as condições da prótese, já que seu rompimento só pode ser verificado por meio de exames clínicos.

Fonte G1

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Foto: Reprodução

Executivo pediu desculpas no Twitter

A demissão de um executivo da empresa de hospedagem Locaweb anunciada na terça-feira (30) após o profissional provocar são-paulinos pelo Twitter usando o nome da companhia, patrocinadora do clube na partida contra o Corinthians, alerta sobre uma postura que, segundo especialistas, pode provocar a demissão por justa causa de um funcionário: usar indevidamente o nome da empresa em redes sociais na internet.

De acordo com o advogado trabalhista Alan Balaban Sasson, as empresas podem usar, por exemplo, de princípios jurídicos para fazer a demissão por justa causa quando um funcionário cita o nome da empregadora na internet sem prévia autorização. Sasson explica que é possível alegar que o profissional agiu de má-fé com determinada postura tomada no mundo virtual.

 Evite problemas 

Funcionário 

Avalie o peso de sua opinião na empresa e no mercado antes de postar uma mensagem. Quanto maior o cargo, maior a responsabilidade pelo que é dito. 
Tenha em mente quem ou o que poderá atingir com suas opiniões. Tenha consciência de que clientes, chefes e subordinados poderão ler o que escreve. 
Lembre que a internet é um ambiente público, onde a repercussão de qualquer assunto é abrangente e rápida.
 
Entenda que se existem porta-vozes pré-definidos na empresa é porque existem razões para isso. Não se comprometa com assuntos que não são de sua responsabilidade. 
Pense no futuro e em como as opiniões ditas de maneira impensada podem impactar suas relações profissionais. 

Empresa

Oriente os funcionários sobre a demasiada exposição nas mídias sociais 
Estabeleça critérios de comunicação para os profissionais e denomine porta-vozes na empresa 
Mantenha um canal aberto para dúvidas e aconselhamentos sobre qualquer tipo de comunicação que o funcionário estabeleça 
Alerte os funcionários a serem sempre profissionais nas colocações e posicionamentos na internet ou em qualquer meio público 

Fonte: Eline Kullock, presidente do Grupo Foco

 No caso da Locaweb, o executivo não teve sorte ao fazer brincadeiras pelo Twitter durante o jogo entre São Paulo e Corinthians no domingo (28).Corintiano, o diretor ironizou o São Paulo em suas mensagens e chamou o time de “bambi”, além de usar o nome da empresa nos tweets. Na partida, a Locaweb patrocinava pela primeira vez o time.
Logo após o jogo, o executivo apagou as mensagens do Twitter e pediu desculpas ao São Paulo, mas a postura não foi suficiente para conter os torcedores que replicavam as frases na rede social.

Após o incidente, a Locaweb reforçou que a opinião do profissional não corresponde à da empresa e anunciou a demissão do funcionário em seu blog oficial. De acordo com a companhia, “o executivo decidiu, em comum acordo com a diretoria da Locaweb, desligar-se de suas funções”. O G1 tentou contato telefônico com o executivo demitido, mas ele não retornou a ligação.

Manual de conduta

O advogado Sasson afirma que o ideal é que as empresas elaborem um manual de conduta sobre como os funcionários devem agir nas redes sociais quando o assunto for o nome da empresa.Caso o profissional desrespeite esse manual, por exemplo, ele também poderá ser mandado embora por justa causa por indisciplina. Outra situação que prevê a demissão por justa causa é quando o funcionário, de alguma forma, fere a imagem da empresa pela internet, diz Sasson.

Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, orienta ser fundamental ter uma comunicação clara por parte da empresa sobre o que pode ser colocado ou não nas mídias sociais.“O funcionário deve ser orientado a separar completamente a vida particular da profissional e a consultar os responsáveis e superiores para saber se pode se referir a temas ligados à empresa nesses meios. Dessa forma, evitam-se mal entendidos”, disse.

O gerente de comunicação da Locaweb, Guilherme Mazzola, afirmou que, antes mesmo do ocorrido, a companhia finalizava uma política formal de orientação para o ambiente virtual na empresa, de forma a evitar equívocos como os de domingo. A empresa informou que agora o processo será reforçado e agilizado.

Imagem

Para Neli Barboza, diretora de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, um dos riscos que o profissional corre ao falar o que bem entende sobre a empresa em redes sociais é prejudicar a imagem ou até mesmo causar dano financeiro à corporação, uma das razões pelas quais as empresas podem demitir funcionários que tomam tais atitudes.

Mazzola, da Locaweb, afirmou que a empresa acredita que os clientes compreenderão que o incidente não reflete a posição institucional.“Continuaremos mantendo e mostrando nosso trabalho com a responsabilidade de sempre, entendendo que este foi um caso isolado e pontual que não representa em nada o que a marca Locaweb é no Brasil e em outros países”, disse.

A especialista Neli alerta que o funcionário pode ferir inclusive a própria imagem. “As pessoas confundem o uso das redes sociais. Elas entendem que o uso é pessoal e não social”, diz. Ela alerta para o fato que uma imagem construída em toda a vida profissional pode ser facilmente mal interpretada e destruída pela internet. De acordo com Neli, já aconteceu de um candidato ser eliminado de um processo seletivo por participar de uma comunidade do Orkut chamada ‘eu odeio acordar cedo’.

“A selecionadora interpretou que o profissional poderia chegar atrasado, o que pode não ser verdade, uma vez que muitas pessoas não gostam de acordar cedo e nem por isso são atrasadas”, disse.

Fonte G1

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Papa não vai renunciar, diz cardeal britânico

Publicado por Tulio em 30 março, 2010.

 

O líder da Igreja Católica na Inglaterra e no País de Gales, o arcebispo de Westminster, Vincent Nichols, disse à BBC que o papa Bento 16 não vai renunciar ao cargo diante da série de escândalos de abuso sexual infantil envolvendo clérigos em vários países.Em entrevista neste domingo ao programa Andrew Marr Show, Nichols disse que não existe nenhum “motivo forte” para uma renúncia.

Foto: BBC
Cardeal britânico defende ações do Papa Bento XVI, afirmando que ele tem sido um dos maiores combatentes da pedofilia no seio da Igreja. (Foto: BBC)

“Pelo contrário, ele é, entre todos nós, quem vem combatendo esses problemas”, afirmou o arcebispo.Segundo Nichols, também foi Bento 16 quem introduziu mudanças nas leis da Igreja para proteger crianças.”Ele mudou a lei para que ofensas sexuais cometidas contra qualquer pessoa menor de 18 anos passassem a ser consideradas crime dentro da lei da Igreja”, explicou.

 Mais defesas

Nichols reconheceu como sendo “justificável” a “a irritação e a consternação” sobre o possível acobertamento dos casos de abuso sexual por padres.Mas disse que as acusações do envolvimento do papa são “sem fundamento”.”Nos documentos da Santa Sé não há nada que impeça bispos de reportar os crimes à polícia”, afirmou. “Aliás, desde 2001, a Santa Sé tem pedido constantemente para que os bispos façam isso.”

No sábado, um importante membro do Vaticano, o cardeal Walter Kasper, que chefia o conselho ecumênico da Igreja Católica, também defendeu Bento 16.Kasper disse ao jornal italiano Corriere della Sera que foi o papa quem tomou atitudes que levaram ao processamento de vários casos de suspostos abusos sexuais por padres, quando ainda chefiava a Congregação para a Doutrina da Fé como cardeal Joseph Ratzinger.

Apesar da defesa dos cardeais, Bento 16 segue sendo criticado em vários países por causa dos escândalos e tem sido pressionado por ativistas a renunciar.

A polêmica em torno da Igreja Católica voltou à tona na semana passada, depois que o jornal americano The New York Times publicou uma reportagem dizendo que, em 1996, o cardeal Joseph Ratzinger, que veio a se tornar o papa Bento 16 em 2005, não respondeu a cartas vindas de clérigos americanos acusando um padre do Estado do Winsconsin de abusar sexualmente de até 200 menores deficientes auditivos.

Fonte BBC

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Pitanguy critica a banalização da plástica

Publicado por Tulio em 29 março, 2010.

 Pitanguy critica a banalização da plástica

Aos 83 anos, Pitanguy nem pensa em se aposentar

 

Ele lida, diariamente, com a busca alheia da juventude eterna. Um dos cirurgiões plásticos mais renomados no mundo, Ivo Pitanguy diz que nunca sofreu a ação de um bisturi. Aos 83 anos o cirurgião mantém a produtividade em seu consultório e não pensa em aposentadoria. “Se eu tenho um ofício que gosto de exercer, não faz sentido me afastarem disso. Gosto de transmitir minha verdade a outros”, diz.

Após uma conferência sobre envelhecimento durante o IX Simpósio Internacional de Medicina Antienvelhecimento, no Rio de Janeiro, Pintaguy conversou com a reportagem do iG. Confira a entrevista.

iG: Como o senhor lida com o próprio envelhecimento?
Pitanguy: Com curiosidade permanente, atendendo a uma série de reivindicações que a vida exige. A minha maneira de acumular conhecimento e o prazer enorme de distribuí-los também são formas de encarar esta realidade. Preciso estar em paz com a vida.

iG: Já pensou em se aposentar?
Pitanguy: O pior para o ser humano é afastá-lo das suas atividades. Gosto de transmitir minha verdade a outros. Não existe aposentadoria para isso. Na verdade, quando você detém um conhecimento, há prazer em transmiti-lo. Desde que tenha quem queira receber, claro.

iG: Quando o senhor se sentiu velho, pela primeira vez?
Pitanguy: Agora, que você acaba de fazer esta pergunta (risos). Me senti velho quando fiz 30 anos. Achei que 30 anos, naquela época, correspondia a ser um senhor. Fui a um alfaiate e ele sugeriu outro corte para minha roupa, porque já não tinha aquela idade de antes.

iG: O senhor já fez plástica?
Pitanguy: Nunca fiz. Uma das melhores plásticas é você se sentir bem com o que tem. É achar que você é melhor do que realmente é.

iG: De que forma a vaidade se insere no seu cotidiano?
Pitanguy: Quando controlada, a vaidade deve fazer parte do dia a dia de todos nós.

iG: O senhor pinta cabelo…
Pitanguy: Às vezes sim, outras não. Me sinto muito à vontade com isso. Não é uma obrigação. Tem muito cabelo branco aqui nas laterais, como você pode perceber… Mas nunca tive cabelo totalmente branco. Nem na barba. Hoje, é claro, não tenho tudo pretinho (risos).

iG: E como cuida da mente? Faz meditação?
Pitanguy: Eu sou terceiro ‘dan’ de karatê (ou o terceiro grau dentro da faixa preta). Só dizer isso já explica como é minha meditação. Pratiquei por 12 anos. Tenho em casa um templo de meditação, onde permaneço com os aprendizados de concentração. Sinto o benefício do bem-estar com essas pequenas paradas ao longo do dia.

iG: Há um exagero na quantidade de cirurgias plásticas sendo realizadas no Brasil?
Pitanguy: Hoje há um exagero de tudo. De telefonia, de informação, de pequenas comunicações… A tendência é uma banalização da imagem. E banalizaram o que não podiam ter banalizado, porque cirurgia plástica é um ramo da cirurgia geral. O sujeito, ao ser operado, tem riscos iguais a qualquer outro ato cirúrgico. Em toda cirurgia sofre o fator do imponderável.

iG: O senhor já afirmou que há um crescente aumento dos homens à procura de cirurgias plásticas. A que se deve isso?
Pitanguy: Poderia citar vários motivos. Dou crédito às mulheres. Elas foram ocupando o mercado de trabalho de tal forma, que o homem, diante de sua própria masculinidade, foi buscar força na sua maior fragilidade, que é cuidar de si mesmo. O homem está buscando a doçura com sua própria imagem. É mais dono da sua imagem do que antes. A sociedade não o culpa mais por isso.

iG: O senhor às vezes convence pessoas a não fazer cirurgia plástica?
Pitanguy: É o que eu mais faço, diariamente. Faz parte da frequência diária. As pessoas procuram o médico no sentido fáustico (Fausto é personagem de um livro do filósofo alemão Goethe), que na literatura era visto como o cara que fez um pacto com o diabo e tinha uma fórmula mágica para a juventude. Quem pensa assim é doente. O mais insatisfeito é o cara que espera mais do que o médico pode oferecer. O ideal é ter interação física e mental daquilo que o paciente espera com aquilo que o médico pode oferecer.

iG: Qual o seu conceito de envelhecimento?
Pitanguy: É um termo amplo. Tem duas visões. A primeira é a questão objetiva, o que você vê. A segunda é o que você sente. Tem gente que não se sente velho, mas aparentemente é, e o contrário também ocorre. O ato de envelhecer é o acúmulo de experiências e fatos que vão dando à vida, apesar do passar dos anos, um sentido ao próprio tempo.

iG: O que é mais dramático: ser fisicamente velho com cabeça de jovem ou o contrário?
Pitanguy: O envelhecimento mental é pior do que o físico. Necessita um tratamento mais complexo.

iG: Como a facilidade à informação ajuda no processo do envelhecimento?
Pitanguy: É muito bom ter reflexão sobre a informação. Conhecimento pressupõe maturidade. Maturidade é uma série de camadas que vão se acumulando. Se envelhecer é dar encanto e importância a cada momento da vida, isso faz com que o passar dos anos não seja tão ruim assim.

iG: Que projeções o senhor faz para a cirurgia plástica daqui a 50 anos?
Pitanguy: Todas as previsões feitas até hoje foram erradas. Poucas projeções prospectivas dão certo. Sinto que a medicina em geral está crescendo. Teremos muito mais facilidade, por exemplo, na utilização de órgãos para transplante. Hoje se perdem órgãos com facilidade. A tecnologia já existe, o que falta é a compreensão fisiológica. O mapeamento genético é um caminho extraordinário.

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