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História do Dia do Trabalho

Publicado por Tulio em 29 agosto, 2010.

trabalho22 História do Dia do Trabalho

A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.

Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.

Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.

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PRISO 11 300x243 Brasileiros condenados à prisão perpétua nos EUA podem ser soltos
por falha no processo

Condenados à prisão perpétua por sequestro e tráfico de pessoas na Califórnia, nos Estados Unidos, dois brasileiros devem conseguir a revisão da pena e até retornar ao Brasil. Apontados como “coiotes” (pessoas que fazem o transporte ilegal de imigrantes), Alaor do Carmo de Oliveira Júnior e Reynaldo Eid Júnior apelaram ao Tribunal de Recurso da Califórnia e o processo deles será submetido a novo julgamento em outubro.

De acordo com a sentença anunciada esta semana, descrita em 28 páginas, “a decisão [da prisão perpétua] é revertida e o caso foi reenviado para um novo julgamento perante júri instruído, de acordo com as opiniões expressas no presente parecer”. O parece diz ainda que houve “erros preliminares” no encaminhamento do processo.

Em março de 2009, Oliveira Júnior e Eid Júnior foram condenados pelo sequestro de uma brasileira e da filha dela. Mas, em maio deste ano, os dois recorreram e conseguiram o arquivamento da sentença. No entanto, ambos seguem presos em uma penitenciária da Califórnia aguardando a revisão da sentença.

De acordo com o processo que culminou na prisão dos “coiotes”, o marido da brasileira, que vivia na Flórida desde 2004, se dispôs a pagar US$ 14 mil para que a mulher e o filho entrassem ilegalmente nos Estados Unidos. Porém, o pagamento não foi feito porque o homem que negociou com Oliveira Júnior e Eid Júnior disse não dispor da quantia acertada. Sem o dinheiro, eles mantiveram a mulher e a criança presos em um hotel. O caso foi descoberto por uma amiga da família que fez a denúncia de sequestro e tráfico de pessoas à polícia californiana.

Fonte: Agência Brasil

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Plano de estímulo faz economia dos EUA crescer até 4,5%

Publicado por Tulio em 25 agosto, 2010.

barak obama Plano de estímulo faz economia dos EUA crescer até 4,5%

O plano de estímulo lançado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, logo que chegou à Casa Branca, criticado pelos republicanos, fez crescer a economia até 4,5%, segundo o Escritório de Orçamento do Congresso.

A agência publicou nesta terça-feira sua avaliação sobre o impacto do plano. De acordo com números oficiais, o investimento público foi de US$ 787 bilhões, mas segundo sua própria estimativa, o custo foi superior a US$ 814 bilhões. A injeção de dinheiro público permitiu estimular o crescimento econômico entre 1,7% e 4,5%. Além disso, fez com que a taxa de desemprego diminuísse entre 0,7 e 1,8 pontos percentuais e que o número de pessoas empregadas crescesse entre 1,4 e 3,3 milhões.

O relatório foi publicado no mesmo dia em que o líder da minoria republicana no Congresso, John Boehner, lançou duras críticas sobre a gestão econômica de Obama e pediu a demissão do secretário do Tesouro, Timothy Geithner.

O documento revela que foi graças ao impacto do plano de estímulo que os Estados Unidos saíram da recessão, pois segundo o Departamento de Comércio, a economia cresceu 2,4% no segundo trimestre do ano, um número que pode ser revisado para menos na sexta-feira.

Fonte EFE

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O Prazo do Crédito Para Aquisição da Casa Própria Vai Expirar

Publicado por Ed Torres em 20 abril, 2010.

Crédito para aquisição da casa própria Quem estiver planejando em adquirir a casa própria pela primeira vez nos Estados Unidos, poderá obter um crédito de 10% do preço da casa. Este crédito entretanto é limitado a US$ 8,000.00.

Em Novembro de 2009 o Congresso dos Estados Unidos extendeu o crédito do imposto de no máximo US$6,500.00 (ou até 10% do preço de aquisição do imóvel) para quem reside na propriedade por longo tempo. Para estar qualificado, o contribuinte deve comprovar que ele residiu na propriedade anterior por cinco anos consecutivos, num período de oito anos, a contar da data em que a nova residência foi adquirida.

Detalhes importantes:

  1. O crédito não necessita ser ressarcido (desde que você resida na propriedade por pelo menos 36 meses).
  2. Se você qualificar-se para o crédito, poderá ainda incluí-lo na sua declaração do imposto de renda, mesmo a mesma já foi enviada. Ou então, incluí-lo na declaração do imposto em 2011.
  3. Este é um crédito real, não uma dedução. Se você qualificar-se para o crédito total, a redução pode chegar a US$8,000.00 (ou até US$6,500.00 para compradores que já adquiriram imóveis) no seu imposto deste  ano ou em 2011.
  4. Novas regras de comprovação de renda foram aprovadas, expandindo a quantidade de compradores potenciais.
  5. Se você adquiriu ou planeja adquirir uma residência nos Estados Unidos, o contrato deve ser assinado até o dia 30 de Abril de 2010 (com a data da conclusão do mesmo até o dia 30 de Junho de 2010).

Agentes imobiliários na Carolina do Norte:

Vários brasileiros residentes na Carolina do Norte são agentes imobiliários certificados e estão à sua disposição para ajudá-lo a adquirir seu imóvel residencial.

O telefone de alguns deles pode ser encontrado (ou incluído) no seguinte link: Profissionais Brasileiros na Carolina do Norte

Fonte: Realtor.com

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Para Obama, EUA começam a ver ‘luz ao fim do túnel’

Publicado por Tulio em 2 abril, 2010.

Foto: AP

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta sexta-feira (2) que os números do desemprego em março mostram que o país começa a ver a luz no “fim do túnel”, mas advertiu que ainda persiste o desafio de que os americanos recuperem os empregos.

“O pior da tempestade terminou e há dias mais claros pela frente”, afirmou o presidente.Obama falou após um relatório do governo ter mostrado que a economia dos EUA criou 162 mil empregos em março, o maior ritmo em três anos, com o setor privado aumentando a contratação.

 “Começamos a ver o fim do túnel”, afirmou Obama em um discurso em uma fábrica de componentes de baterias para veículos ecológicos em Charlotte (Carolina do Norte), depois do anúncio da criação de 162.000 empregos em março nos Estados Unidos, dado que o presidente chamou de “alentador”.

Apesar de ter afirmado “que o pior da tempestade ficou para trás”, Obama advertiu que “ainda há trabalho”  e ainda levará tempo para se atingir a geração de empregos sustentável de que o país precisa.

Procurando manter o ritmo depois de os parlamentares terem aprovado sua histórica reforma no sistema de saúde, Obama mudou o foco para combater o alto desemprego, um problema que ameaça prejudicar as perspectivas do Partido Democrata nas eleições parlamentares de novembro.

“Hoje é um dia encorajador. Nós aprendemos que a economia realmente produziu um número substancial de empregos ao invés de perder um número substancial de empregos. Nós estamos começando a virar a esquina”, disse Obama.

Apesar de receber o relatório desta sexta-feira como “a melhor notícia sobre o mercado de trabalho em mais de dois anos”, ele alertou que há mais a ser feito para incentivar a criação de empregos, sua prioridade doméstica.

“Não é rápido e não é fácil”, disse ele. “É importante enfatizar que, apesar de nós termos percorrido um longo caminho, nós ainda temos um longo caminho pela frente.”

O mercado de trabalho atrasou a recuperação da economia norte-americana na pior recessão desde os anos 1930, criando um desafio político para Obama. No mês passado, a taxa de desemprego continuou em 9,7%.

Ele também usou sua visita à Carolina do Norte para promover a reforma do sistema de saúde, tendo em mente as pesquisas mostrando que muitos norte-americanos estão céticos sobre o extenso plano, aprovado apesar da forte oposição republicana.

(Com informações da Reuters e da AFP)

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O Congresso dos Estados Unidos deu a aprovação final nesta quinta-feira (25) a um pacote de emendas à reforma no sistema de saúde, o último passo do longo processo no legislativo, e o enviou ao presidente Barack Obama para promulgação.

A Câmara de Representantes aprovou o plano com 220 votos a favor e 207 contra. Antes, o Senado dera seu aval com 56 votos a favor e 43 contra.

 

Foto: AFP

O presidente dos EUA, Barack Obama, durante evento em defesa da reforma da saúde nesta quinta-feira (25) em Iowa. (Foto: AFP)

A Câmara deu os últimos retoques na reforma por meio de um pacote para tornar o seguro à saúde mais acessível, aumentando os impostos sobre os ricos e fechando uma lacuna para a cobertura de prescrição de medicamentos para idosos. 

As votações concluíram um ano de luta política para conquistar os votos dos legisladores, com direito à queda na popularidade do presidente e uma dura campanha para tentar reconquistar a maioria dos votos no Congresso em novembro.

‘Batalha’

“Esta foi uma batalha legislativa que vai ficar na história”, disse Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado, antes da votação final. Em evento no estado de Iowa, Obama afirmou que as tentativas de derrubar a lei iriam ter efeito contrário. “Se eles querem brigar, vamos brigar”, disse ele.
A série de mudanças incluem a expansão de subsídios para tornar o seguro de saúde mais barato e também mais ajuda aos estados para promover o programa Medicaid para os pobres.

 

Também foi eliminado um acordo controverso que isentava o estado de Nebraska de pagar os custos do Medicaid, altera a legislação para “cobrir um buraco” na cobertura de remédios prescritos para idosos e adia uma taxa sobre os planos de alto custo.

Ameaças

Legisladores democratas que apoiaram a reforma tiveram de chamar a polícia e o FBI depois que membros da Casa dos Representantes receberam violentas ameaças de morte e mensagens obscenas.
O líder da maioria democrata na Câmara, Steny Hoyer, disse que mais de dez deputados democradas reportaram incidentes desde a votação de domingo, alguns descritos como “muito sérios”, sem dar mais detalhes.

Fonte G1

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Foto: AFP PHOTO/YURI GRIPAS

Congressistas republicanos chegam para a sessão que culminará na votação da reforma do sistema de saúde, no Capitólio, em Washington, neste domingo(21). (Foto: AFP PHOTO/YURI GRIPAS )

Os democratas da Câmara de Representantes dos Estados Unidos conseguiram na noite deste domingo (21) uma primeira vitória que aumentou o otimismo do partido sobre  aprovação da reforma do sistema de saúde norte-americano. Os congressistas aprovaram uma votação de procedimento por 224 votos a favor e 206 contra – placar que, se for mantido durante a votação final do projeto de lei, garantiria sua aprovação.

Embora a consulta era apenas de procedimento sobre as regras do debate que precederá à votação em si, essa prévia já aponta que a maioria democrata está alinhada e deve contar com os votos suficientes para aprovar hoje os dois projetos de lei que estruturam a histórica reforma.

A reforma do sistema da saúde é a grande prioridade doméstica e principal promessa de campanha do presidente americano, que cancelou uma viagem pelo sudeste asiático para estar presente nos últimos períodos de negociação. Após a  aprovação dessas regras, a Câmara iniciou duas horas de debates (uma para o Partido Democrata e uma para o Partido Republicano) sobre o projeto, que deverá ser votado ainda na noite deste domingo.

Concessões

Ao abrir a discussão, o líder da maioria democrata na Câmara de Representantes, Steny Hoyer, declarou: “Nos encontramos perante uma opção histórica”. Obama conquistou alguns votos democratas de última hora, depois que a Casa Branca anunciou nesta tarde que irá emitir, assim que a proposta for aprovada, uma ordem executiva garantindo que verbas federais não poderão ser usadas para abortos.

Muitos opositores à reforma alegam temer que o dinheiro federal acabasse financiando abortos. Depois do acordo anunciado pela Casa Branca e por líderes do partido, esses parlamentares garantiram seu apoio à reforma

Tarde de debates

O debate formal começou oficialmente por volta das 15h (horário de Brasília), e deve se prolongar até a hora da votação, programada para acontecer em algum momento entre o fim da tarde e começo da noite deste domingo.

Durante a sessão, os parlamentares, um a um, se pronunciaram o projeto de lei que foi aprovado no dia 24 de dezembro, com algumas emendas solicitadas pela câmara baixa.A Casa votará a versão aprovada pelo Senado e que, se aceita, será lei assim que Obama assiná-la. A Câmara também colocará em votação um segundo pacote de revisões da medida, pedido pelos democratas.Obama fez  um apelo aos congressistas democratas para que aprovem a reforma, em votação que ele definiu como “histórica“: ”Vocês têm a chance de cumprir bem as promessas que fizeram”, disse.

Se a Câmara aprovar as mudanças no pacote do Senado, os senadores colocarão o projeto em votação na próxima semana e uma maioria simples de 100 membros aprova a legislação. Na véspera,

Mais cedo, líderes democratas afirmaram que o partido já garantiu os 216 votos necessários para a aprovação da reforma.O texto de lei permitirá garantir a cobertura médica para 32 milhões de americanos que não têm nenhum plano de saúde. O objetivo é cobrir 95% dos americanos com menos de 65 anos; os mais velhos já são atendidos pelo sistema Medicaire.

Foto: AFP

Manifestantes protestam contra a reforma na saúde em frente ao Capitólio neste domingo (21), enquanto congressistas debatem o projeto de lei antes da votação. (Foto: AFP)

Enquanto os debates acontecem, centenas de manifestantes protestam do lado de fora do Capitólio aos gritos de “Kill the Bill” (algo como matem o projeto, em português).Muitos entraram no local e ficaram passeando pelos corredores para segurar os deputados e, de alguma forma, atrapalhar os procedimentos da Câmara.

O Partido Democrata tem a maioria tanto na Câmara dos Representantes quanto no Senado, mas o projeto de Obama é ameaçado por resistências dentro de seu próprio partido. No opositor Partido Republicano, é unânime o rechaço ao projeto de Obama. Os republicanos dizem que ele é caro demais e que representaria o controle de uma grande parte da economia do país pelo governo.

Marsha Blackburn, representante republicana, denunciou democratas por comemorarem uma legislação que, segundo ela, traria dependência do governo federal e a morte da liberdade.

(Com informações da AFP, da EFE e da Reuters)

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Casal em depressão

De acordo com recente estudo norte-americano, parceiros mais grosseiros e individualistas são capazes de agravar os sintomas depressivos de suas esposas. Desenvolvido pela Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, a pesquisa revelou que o desenvolvimento da depressão em mulheres casadas pode estar estritamente ligado ao tratamento hostil do marido.

Segundo Christine Proulx, professora assistente do Departamento de Desenvolvimento Humano e Estudos da Família da Universidade de Missouri, quanto maior a agressividade dos maridos, maior se tornava a possibilidade de um quadro depressivo em suas esposas após três anos de relacionamento.

Por outro lado, quando o comportamento mais hostil vinha do sexo feminino, o mesmo não acontecia com os homens. No caso deles, a depressão se tornava maior com outros acontecimentos, como uma morte na família ou uma demissão.

Geraldo Possendoro, psicoterapeuta e professor de Medicina Comportamental da Unifesp, explica esta diferença.

Segundo o especialista, o marido que é mais nervoso, individualista e mais rude, pode se tornar num fator estressor para a esposa. “Simplesmente por serem mulheres, elas já apresentam maior vulnerabilidade do que os homens para a depressão, é biológico. As mulheres possuem o dobro de chance de terem depressão do que os homens. E o comportamento masculino pode colaborar para isso”, explica.

Eles não percebem

Margareth dos Reis, terapeuta sexual e de casal do Instituto H. Ellis, em São Paulo, concorda que essa maior vulnerabilidade das mulheres existe. Muitas vezes, elas acabam sucumbindo a um relacionamento que não proporciona o que ela espera. De acordo com a terapeuta, a maioria dos homens não foi educada para escutar os próprios sentimentos e tampouco suprir as expectativas do que uma mulher gostaria de receber. “Para que dê certo, estas características precisam ser desenvolvidas na relação”, explica.

A terapeuta ainda diz que, muitas vezes, o marido acaba agindo de forma mais grosseira, insensível, sem imaginar o  que isso pode provocar na mulher. “Pode ser que ela seja somente mais vulnerável mesmo, mas há também casos de relacionamentos que não são saudáveis de fato”, completa.

Para descobrir o quanto o comportamento mais hostil dos homens afetava as esposas, os pesquisadores norte-americanos assistiram e desvendaram vídeos de 20 minutos de distintos casais interagindo em suas casas. Proulx, então, revela que é fundamental que os profissionais da área perguntem às pessoas que sofrem de depressão sobre o  relacionamento delas. “É importante intervir no casal e fazer com que os cônjuges estejam cientes de que o comportamento desenvolvido entre eles possui um efeito duradouro no bem-estar”, afirma.

No entanto, não é somente dentro de casa que atitudes mais hostis podem interferir na saúde emocional da mulher,  mas em qualquer relacionamento. “No ambiente de trabalho, por exemplo, uma pessoa pode sofrer com atitudes mais agressivas e ser desrespeitada”, afirma Margareth. “Quando você possui uma relação com alguém que não demonstra o  seu valor, sentimentos de tristeza e insatisfação são potencializados”, afirma.

Dados atuais

No final de 2009, a Organização Mundial da Saúde revelou que a depressão se tornaria a doença mais comum até o ano  de 2030.

Atualmente, há aproximadamente 121 milhões de pessoas afetadas pelo problema ao redor do mundo.

Fonte: IG São Paulo

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EUA ampliam críticas à produção de cana no Brasil

Publicado por Ed Torres em 12 março, 2010.

Trabalhador de cana

O Departamento de Estado americano faz quatro menções negativas à produção de cana-de-açúcar no Brasil em seu  relatório anual sobre direitos humanos, o que tende a prejudicar os esforços da indústria brasileira de etanol para  derrubar as barreiras tarifárias para exportar o produto aos Estados Unidos.

A produção de cana-de-açúcar aparece associada ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e à repressão do  movimento sindical. No ano passado,  havia duas menções negativas ao setor e, neste ano, aparecem quatro. A produção de café e de algodão, por outro lado, desapareceu do relatório.

Todos os anos, o Departamento de Estado produz um relatório detalhando as violações dos direitos humanos em todos os países do mundo, exceto nos Estados Unidos. O material é encaminhado ao Congresso e, muitas vezes, é usado  como uma referência quando são tomadas medidas comerciais importantes.

Os americanos impõem uma tarifa de 14 centavos de dólar sobre cada litro de etanol importado. A derrubada da  barreira depende de decisão do Congresso. Os lobbies contrários aos interesses brasileiros, sobretudo produtores  locais de etanol feito de milho, costumam citar violações aos direitos humanos como um motivo a mais para barrar as importações.

No relatório, há uma referência indireta, sem citar o nome, à Cosan. “Em dezembro, o Ministério do Trabalho incluiu  em sua ‘lista negra’ 165 empregadores em 17 Estados que usaram mão-de-obra em situação análoga à de trabalho  escravo”, afirma o documento do Departamento de Estado. “Em um caso envolvendo o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, sua inclusão na lista gerou uma ação judicial que continuava em curso.”

A Cosan foi incluída na lista do Ministério do Trabalho devido a um caso de 2007, que, segundo a companhia, já foi  resolvido. A empresa foi considerada responsável solidária em trabalho escravo cometido por uma terceira empresa,  que atuava de forma indireta na sua cadeia produtiva. Em janeiro, a Cosan obteve uma liminar que obrigou o Ministério do Trabalho a retirá-la do cadastro.

Ao longo dos últimos anos, o relatório citou, de forma genérica, o setor de cana-de-açucar como uma das atividades  em que o trabalho escravo ocorre com maior frequência, ao lado da produção de café e de algodão. Neste ano, foi  excluída a menção ao café e ao algodão.

O setor também é relacionado ao trabalho infantil. “Crianças foram envolvidas em produção pecuária, plantio de cana  e na produção de cerâmica, tijolos, carvão, sisal e calçados.”

Em um outro trecho que trata da liberdade sindical, o Departamento de Estado relata que no dia 23 de agosto de 2009  dois homens mascarados atiraram e feriram Elio Neves, presidente da Federação dos Trabalhadores Assalariados do  Estado de São Paulo, conhecido por representar os interesses dos trabalhadores do setor de cana-de-açúcar em  Ribeirão Bonito. “Até o fim do ano não havia nenhuma prisão”, afirma o relatório.

Fonte: Valor Econômico

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Qual será a sua reação?

Publicado por Tulio em 11 março, 2010.

cid DC23F76A 527F 41D8 A841 9CB6F583A6CA 210x300 Qual será a sua reação?

 Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio? Ela é loira e linda. Tem 20 anos. Modelo profissional. Saiu na última edição da revista americana Glamour ilustrando uma reportagem sobre autoimagem, e foi o que bastou para causar um rebuliço nos Estados Unidos. A revista recebeu milhares de cartas e e-mails. Razão: a barriga saliente da moça. Teor das mensagens: alívio. Uma mulher com um corpo real.

Não sei se Lizzie Miller, que ficou conhecida como a mulher da página 194, já teve filhos, mas é pouco provável, devido à idade que tem.

No entanto, quem já teve filhos conhece bem aquela dobrinha que se forma ao sentar. E mesmo quem não teve conhece também, bastando para isso pesar um pouco mais do que 48 quilos, que é o que a maioria das tops pesa. Lizzie não é um varapau — atua no mercado das modelos “plus size”, ou seja, de tamanhos grandes. Veste manequim 42, um insulto ao mundo das anoréxicas.

A foto me despertou sentimentos contraditórios.. Por mais que estejamos saturados dessa falsa imagem de perfeição feminina que as revistas promovem, há que se admitir: barriga é um troço deselegante. É falso dizer que protuberâncias podem ser charmosas. Não são.

Só que toda mulher possui a sua e isso não é crime, caso contrário, seríamos todas colegas de penitenciária. Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume. Se estivermos falando de silhueta de ninfa, perceba: são três ou quatro entre centenas. E, nesse aspecto, a foto de Lizzie Miller serve como uma espécie de alforria. Principalmente porque ela não causa repulsa, ao contrário, ela desperta uma forte atração que não vem do seu abdômen, e sim do seu semblante extremamente saudável. É saúde o que essa moça vende, e não ilusão.

Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Aquelas meninas magérrimas que ilustram editoriais de moda, quase sempre com cara de quem comeu e não gostou (ou de quem não comeu, mas gostaria), são apenas isso: magérrimas. Não parecem pessoas felizes. Lizzie Miller dá a impressão de ser uma mulher radiante, e se isso não é sedutor, então rasgo o diploma de Psicologia que não tenho. Ela merecia estar na primeira página, mas, mesmo tendo sido publicada na 194, roubou a cena.

 Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio?

 Texto: Martha Medeiros

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