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mary Protagonista de ‘Weeds’ diz nunca ter fumado maconha em sua vida

Mary Louise Parker, em cartaz promocional de ‘Weeds’

(Foto: Divulgação)

A atriz Mary Louise Parker, que vive uma dona de casa que passa a traficar maconha para se sustentar na série “Weeds”, revelou à revista “Vanity fair” que nunca experimentou a droga, ao contrário do que a atração sugere e os expectadores imaginam.

A protagonista da atração revelou que muitos fãs comentam que sentem vontade de experimentar a erva após assistir ao seriado, algo que nunca aconteceu com ela. A atriz explicou que age dessa forma desde a juventude.

“Foi uma maneira interessante de me rebelar, porque todo mundo fumava. ‘Marijuana’ é algo social. Andava muito com músicos, então definitivamente tive acesso às drogas. Mas nunca me pareceu atrativo, não queria fazer parte da multidão”, comentou.

Em entrevistas anteriores, Parker brincou que aprendeu a cozinhar bolinhos e pirulitos de maconha, o que alimentou a ideia de que na vida real ela fosse igual à sua personagem, Nancy Botwin – papel que já lhe rendeu um Globo de Ouro.

A atriz também brincou que fãs do programa enviam a droga para ela o tempo todo. “Eu deixo na própria mesa ou dou para os meus amigos que fumam”, explicou.

Segundo Parker, o máximo que ela já experimentou foi um pirulito de Tetraidrocanabinol (THC). “Para ajudar a melhorar um enjôo”.

Fonte G1

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Carinho é ingrediente da receita do melhor pastel de SP

Publicado por Tulio em 26 agosto, 2010.

 

pastel1 Carinho é ingrediente da receita do melhor pastel de SP

Vencedores do concurso do melhor pastel de São Paulo trabalham em família

Com jeito tímido, Helena Midori Agena e Silva, dona da barraca de pastel Agena, vencedora do concurso Melhor Pastel de São Paulo, disse que não tem segredo para a receita de seus pastéis. “A gente faz com carinho e dedicação. Sempre prezei pela qualidade, limpeza, bom atendimento e a família sempre junto. Não fiz nada de especial para ganhar o concurso”, contou.

O resultado do concurso Melhor Pastel de São Paulo Foram dez finalistas entre 230 participantes. Trinta e cinco jurados técnicos e 70 VIPs (pessoas que representaram bairros de São Paulo) fizeram parte do júri.

O marido, Benedito Paulino Silva, acompanhado de um dos dois filhos do casal, foi quem recebeu das mãos do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o título e o cheque no valor de R$ 8 mil. “Vou dar parte deste dinheiro para os funcionários e melhorar a barraca”, disse Benedito, também proprietário da barraca Agena.

Para o prefeito, que comeu pelo menos três pastéis antes do resultado do concurso, a iniciativa dá uma visibilidade maior às barracas. “O concurso dá visibilidade aos pastéis da capital até mesmo para os turistas. Com o concurso, as barracas dão uma importância maior às questões de higiene e qualidade”, disse Kassab.

Além da premiação do melhor pastel de São Paulo, a barraca também ganhou o prêmio de melhor pastel da Zona Leste I. A barraca fica na Rua Tales de Mileto às sextas-feiras, mas a família também tem uma em Atibaia, onde trabalha aos fins de semana.

Helena conta que começou a trabalhar na barraca de pastéis com o pai há 36 anos. Depois de quatro, conheceu o marido, que começou a trabalhar junto. “Quando fui ver, ele já estava perto. Hoje os homens [marido e dois filhos de 22 e 26 anos] cuidam da massa e eu do recheio”, disse.

Depois do resultado do concurso, a barraca da família Agena lotou. “Vim saber se realmente é bom. E está aprovado. A massa é sequinha, o de queijo é uma delícia. Se tiver ainda, vou experimentar o de carne. Muito bom mesmo”, afirmou Altamir Santos, motoboy de 28 anos.

Para Helena, parte do dinheiro vai servir para pagar as contas. “A outra parte deixo o marido resolver”, disse.

Segundo lugar

Segunda colocada neste ano e primeira no ano passado, na primeira edição do concurso, Maria Kuniko Yonaha não ficou triste com o resultado. Além de ganhar os R$ 2 mil da segunda posição, ela também levou a premiação do melhor pastel da Zona Norte com a barraca Pastel da Maria.

“Acho que está certo, não é legal ganhar todo ano. Só meus funcionários que ficaram decepcionados porque R$ 6 mil ficariam para eles e R$ 2 mil para caridade. Com os R$ 2 mil que ganhei, vou comprar carne e cerveja para a gente comemorar. Um dia é da caça e outro é do caçador”, contou.

Com muito bom humor, Maria se mostrou bastante alegre ao receber os prêmios. Neste ano ela disse que melhorou o tempero e disponibilizou melhorias para os clientes. “Coloquei lenço umedecido e lixo reciclado na minha barraca.”

Dos R$ 8 mil que ganhou em 2009, uma parte foi dada aos funcionários e a outra fez reformas na barraca. “Para o próximo ano quero pensar em mais novidades, mas estou contente. Todo mundo merece ganhar. Sei que fiz o meu melhor”, disse Maria.

O terceiro lugar ficou com a barraca Yamashiro, que também levou a premiação do melhor pastel da Zona Sul e o prêmio de R$ 1 mil.

Veja onde encontrar o pastel vencedor do concurso e os outros finalistas:

Barraca Agena

Sexta-feira: Rua Tales de Mileto, 392, Cidade AE Carvalho

Pastel da Maria

Terça-feira: Praça Charles Muller, Pacaembu

Quarta-feira: Rua Capitão Manoel Novaes, Jardim São Bento

Quinta-feira: Praça Charles Muller, Pacaembu

Sábado: Alameda Subtenente Francisco Hierro, 351, Parque Novo Mundo

Domingo: Rua dos Trilhos, Mooca

Barraca Yamashiro

Sexta-feira: Rua Luiz Gomes Cardim Sangiardi, Aclimação

Domingo: Viaduto Mateus Torloni, Jabaquara

Fonte G1

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Assistente é acusada de envenenar atriz de novela mexicana

Publicado por Tulio em 26 agosto, 2010.

gaby 1 Assistente é acusada de envenenar atriz de novela mexicana

A polícia mexicana prendeu uma mulher acusada de ter envenenado por quatro meses uma conhecida atriz de novelas venezuelana, Gabriela Spanic.

Segundo a procuradoria de Justiça do Distrito Federal, no México, Marcia Celeste Fernández Babio, que era assistente de Spanic – conhecida no Brasil por protagonizar a novela mexicana A Usurpadora, transmitida pelo canal SBT na década de 90 – é suspeita de ter colocado cloreto de amônio nos alimentos e bebidas que a família da atriz consumia.

Fernández Babio, que é argentina, foi presa acusada de “tentativa de quatro homicídios”.

Spanic, de 36 anos, afirma que ela e sua família foram vítimas do envenenamento. A própria atriz diz que ela, seu filho, sua mãe e a babá da criança passaram mal e que sobreviveram porque procuraram um médico a tempo.

Atualmente, a atriz interpreta o papel de vilã na novela mexicana Soy tu dueña (“Sou tua dona” em tradução livre).

Spanic disse à polícia que contratou a assistente argentina em janeiro e a levou para morar em sua casa. Segundo um comunicado da promotoria, a partir de abril, ela, a mãe, o filho e um babá “começaram a ter problemas de saúde como vomito e dores de cabeça e de estômago”.

Após uma série de exames médicos, foi confirmado que eles apresentavam “altos índices de amônio” no sangue.

A polícia disse que, a longo prazo, o envenenamento sistemático poderia provocar a morte.

A polícia diz ter encontrado ampolas de cloreto de amônio no quarto da assistente e em sua bolsa. Spanic disse à polícia que começou a desconfiar da assistente ao ver que era a única que não passava mal e porque não comia ou bebia na casa.

Fernández Babio foi presa na quinta-feira, ao retornar ao México da Argentina O caso só foi divulgado nesta segunda-feira

Fonte: BBC

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Navio chinês encalhou em banco de areia de barreira de corais 

 O navio chinês Shen Neng 1 continua encalhado na barreira de coral australiana, ao noroeste do país, desde a noite do sábado (03). Ele partia com 65 mil toneladas de carvão e 975 toneladas de petróleo rumo à China. Após desviar 12 km da rota comercial, a embarcação ficou presa. Para evitar que parta ao meio ou seja levado pela correnteza, um rebocador está estabilizando o navio com cordas. Houve um vazamento de óleo, que está sendo controlado, mas ainda representa uma ameaça aos corais, um dos ecossistemas mais frágeis do planeta.

As autoridades do país estão investigando o que fez o navio se desviar de sua rota e navegar por uma área protegida. A empresa dona da embarcação pode ser multada em até um milhão de dólares australianos (US$ 920.000).
 
Ainda é incerto o tamanho da área atingida. “Dependendo do tamanho e da quantidade de óleo derramado, ele pode dizimar as espécies de uma região”, afirma Fernanda Duarte Amaral, professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) que há 26 anos estuda recifes de corais.
 
Sombra do óleo
Um derramamento de petróleo pode prejudicar os corais de duas maneiras. A primeira é que, como, o coral possui apenas um orifício: a boca, que usa para se alimentar de minúsculos animais e algas. Se o óleo for suficiente para descer até o fundo, ele pode cobrir os corais e causar uma espécie de sufocamento.

A segunda é que mesmo que o vazamento fique na superfície do mar, ele impede que a luz penetre no água, prejudicando a fotossíntese das algas que vivem dentro dos recifes e servem como alimento. 

cdocuments and settingsnmadovmeus documentosdownloadscorais Navio chinês encalhado ameaça a maior barreira de coral do mundo

Corais como este, em St Croix, nas Ilhas Virgens, podem demorar até
seis anos para se recuperar de um vazamento de petróleo (Foto:AP)

Além disso, o derramamento de óleo pode gerar uma reação em cadeia. “Ele impede a reprodução dos corais; peixes e outros animais que se alimentam dos corais não terão mais comida; os peixes de tamanho médio irão se prejudicar, pois a população dos pequenos diminuirá; e assim por diante”, afirma Fernanda. Os golfinhos, as baleias e as tartarugas que frequentam os corais para se reproduzir, alimentar e proteger também serão prejudicados.
 
“O recife de coral pode conseguir se recuperar dependendo da extensão e da duração do problema”, explica Fernanda. “No caso do navio chinês, o que minimiza a preocupação é que esse parece ser um estresse apenas local”, diz Zelinda Margarida de Andrade Nery Leão, uma dos coordenadores do Grupo de Estudos de Recifes de Corais e Mudanças Climáticas da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ela estima se o óleo for contido, entre cinco e seis anos a área pode estar recuperada.

Com informações da AP

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ritaposter Ex chacrete Rita Cadillac ganha documentário: “Agradeço a Deus pelo meu bumbum todos os dias”

 

O telefone não chega a tocar duas vezes. A dona da casa atende com voz suave, de aeroporto. Eu me apresento e pergunto se está tudo bem.

- Graças-a-Deus-amém – ela responde.
- Liguei em boa hora?
- Claro, querida. Cheguei do mercado, comprei umas coisinhas, e agora estava dando uma arrumada na casa, limpando o pó dos móveis.

Não era, realmente, o começo de diálogo que eu esperava com Rita Cadillac, a ex-chacrete mais famosa e dona de um dos bumbuns mais desejados do Brasil. Aos 55 anos e ainda na ativa, ela ganhou um documentário: Rita Cadillac – a Lady do Povo, que estreia no dia 9 de abril. Vi o filme, do diretor Toni Venturi, e me supreendi com uma vida que daria mais do que um documentário. Daria uma novela. Mexicana, naturalmente.

Com poucos meses, a carioca Rita de Cássia Coutinho foi abandonada pela mãe com a avó. Nunca mais a viu. Cresceu num colégio interno – de freiras – no Rio de Janeiro.

- Desde cedo eu percebi o sucesso que meu corpo fazia. Mas não pensava em sexo. As freiras me dominavam. A escola era o meu Carandiru – ela me diz, fazendo referência ao presídio onde tantas vezes ela se apresentou, eroticamente, seminua, para centenas de presos. Rita também fez show em Serra Pelada, no auge do garimpo. Garante que, supreendentemente, sempre foi “respeitada” nesses lugares.

- Os homens, ao mesmo tempo que me desejavam, também tinham instintos protetores em relação a mim – afirma.

Um belo paradoxo.

Aos 16 anos, Rita teve sua primeira paixão. Por ciúmes, o namoro terminou. Quando soube que ele estava com outra, ela não deixou por menos. Engraçou-se com um vendedor de loja da rua onde morava, 14 anos mais velho. Marcou casamento, mas, na data da cerimônia, já vestida de noiva, procurou o antigo namorado. Disse que por ele largaria tudo. Ele não quis. Então se casou.

- Mas levei uma semana pra dar. Eu não queria. Mas ele me embebedou e conseguiu. Engravidei logo na primeira.

Ainda grávida, Rita decobriu uma traição do marido. Quis abandoná-lo, mas a avó não deixou. Era um outro tempo. Mulheres deveriam ser fiéis ao marido. Já o contrário, nem tanto. Quando sua avó morreu, ela acabou com o casamento. Sozinha com o filho, sem formação e sem dinheiro, acabou se prostituindo. Mas não chegou a um ano, ela afirma, pois uma amiga o apresentou a Haroldo Costa, produtor de musicais, e Rita passou num teste para dançarina. O showbizz se abria pra ela. Mas nem tudo eram flores: nesta época, ela perdeu a guarda do filho para o ex-marido…

ritachacrinha Ex chacrete Rita Cadillac ganha documentário: “Agradeço a Deus pelo meu bumbum todos os dias”

Já se convenceram da novela mexicana? Então paro o relato por aqui. Vejam o filme de Venturi – que, além de tudo, tem ótimos depoimentos e uma fotografia linda – e acompanhem essa história. Uma história que ainda não acabou. E acompanhem meu papo com a lady do povo, que hoje mora apenas com seus dois cachorros numa casa em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo.

Mulher 7×7 – Que trabalhos você ainda faz hoje?
Rita Cadillac – Faço meus shows em qualquer lugar. Se quiserem, até em cemitério.

Como é o show?
Eu danço, é claro. Canto, principalmente músicas da minha xará Rita Lee, que adoro, converso com as pessoas, conto histórias…Eu acho que todo mundo se diverte muito. E eu também. Adoro gente. O que eu mais faço hoje é festa de firma.

E filme pornô, você faria de novo?
Não considero que eu tenha feito um filme. Fiz vinte cenas e o pessoal da Brasileirinhas aproveitou do jeito que achou melhor. Ganhei um bom dinheiro por esse trabalho, não sem antes conversar muito com o meu filho. Pude comprar uma casa pra mim e outra pra ele.

Você gosta de filme pornô?
Detesto. Nunca gostei. Não me excita, eu acho ridícula aquele gemeção toda. É muito arrificial. Sexo não é daquele jeito…Dá até vontade de rir.

Você sofre preconceito?
Hoje acho que não. As pessoas me entendem. Mas no passado, sim. Quando eu entrei no Chacrinha, eu criei essa personagem, a Rita Cadillac, apelido que me deram. Eu era a mais gostosa, a mais bunduda, poderosa, sedutora. Mas a Rita de Cássia nunca foi nada disso. Eu sou caseira, meio quieta, sempre fui. Mas a imagem era a de uma mulher que poderia a qualquer momento pegar todos os homens do mundo. Então havia preconceito. Mas era só alguém me conhecer melhor que acabava!

Você esperava um dia ganhar um documentário?
Nunca! Imagina, nêga! Quem sou eu…Ainda mais estando viva pra ver. Quase todo mundo ganha filme depois de morto, né? É um sonho.

E que sonhos você tinha quando era jovem?
Eu só queria mesmo dançar. Eu era fã da Betty Faria e da Sandra Brea, que dançavam e cantavam. E a coisa foi tomando um rumo sem eu mesma me dar conta. Quando vi, já tinha acontecido. Destino. Eu digo que meu destino é o meu príncipe encantado. Foi ele que me levou a algum lugar.

Junto com o seu bumbum, né?
Claro!! Eu agradeço a Deus pelo meu bumbum todo os dias. Se não fosse ele você nem estaria me telefonando hoje, né? Não tenho vergonha de assumir que chamei atenção por causa do meu corpo. Por isso a minha frase que ficou famosa: quando eu morrer, quero ser enterrada de bruços pro povo me reconhecer.

Como é o seu dia-a-dia?
Muito mais tranquilo do que se pode imaginar. Eu arrumo a casa, lavo roupa, passeio com os cachorros. Às vezes estou com meu filho e com minhas netas, uma de 14 anos e outra de 3 meses. De vez em quando me dá uma louca e eu, sozinha em casa, viro Rita Cadillac. Me arrumo, coloco uma roupa sensual. Mas é raro. Só nos shows mesmo. Eu também pinto. Compro umas telas, tinta. Faço uns quadros abstratos. É uma terapia. Vejo muita televisão também.

Novela?
Não. Discovery Channel e filme de guerra. Eu adoro filme de guerra, fico procurando.

Então você é a mulher ideal: tem um bundão e adora filme de guerra! (risos) E você está separada?
Pois é, pra você ver…Casei pela segunda vez há três anos, até aparece a cerimônia no documentário. Achei que ia ser pro resto da vida. Mas não deu certo.

rita Ex chacrete Rita Cadillac ganha documentário: “Agradeço a Deus pelo meu bumbum todos os dias”

Ficou muito triste?
Quem? Eu, nêga? Eu não! Difícil é me ver abalada. Eu tenho mais do que esperei, tenho meu trabalho, minha família. A única vez que me deprimi foi quando eu perdi minha avó, que me criou, e fiquei sem nada, e aí tive que fazer programa. De lá pra cá, nunca mais. As mulheres se vitimizam muito, sofrem além da conta. Quebrou a unha e parece que quebrou a mão. Não pode. Eu sou resolvida com tudo. Me tranco no quarto, choro, choro e no dia seguinte, bola pra frente.

Você ainda é muito assediada?
Ah…Um pouco. Mas eu finjo que nem vejo. No momento não quero paquera e nem relacionamento. Cantada, só pra elevar a autoestima.

Já fez plástica?
Há quatro anos fiz lipoaspiração e botei silicone nos seios. Só. Não faço ginástica, não passo cremes e nem cuido muito da alimentação, não. Mas até que estou muito bem, pelo menos é o que o espelho me diz. Amém!

Fonte: Revista Época por Martha Mendonça |

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Foto: Renata Soares/G1

Na Zona Norte, Creuza Pinheiro acha revista com homens nus mais divertida (Foto: Renata Soares/G1)

Um salão de beleza em Ipanema, na Zona Sul, oferece livro de arte para as clientes; outro, na Vila da Penha, no subúrbio, põe na mesa uma revista de nus masculinos. Todas concordam num ponto: beleza é fundamental, mas o modo como cada uma encara o ritual varia de acordo com a região do Rio. De preferência, com uma revista de celebridades nas mãos.Na Zona Norte uma constatação: há mulheres que preferem “ler” a G Magazine (revista de nudez masculina voltada para o público gay) às revistas de fofoca.

A vendedora autônoma Creuza Pinheiro, de 65 anos, é uma delas. Ela diz gostar de todo tipo de revista, mas que a publicação com homens nus atrai mais sua atenção. “Às vezes venho ao salão só para ver esse tipo de revista”, confessou.
A manicure Denise Souza diz que ouve confidências das clientes e se considera “psicóloga” das clientes. “Eu funciono como psicóloga, conselheira, fico escutando elas reclamarem e dou conselhos”, disse ela.

Livro de arte divide opiniões

Diana Melo, dona de uma clínica de estética na Vila da Penha, acha que os clientes da Zona Norte conversam mais e têm mais afinidades com os clientes. “E com o passar do tempo acabamos nos tornando amigas. É diferente do pessoal da Zona Sul, onde o cliente não tem essa afinidade com o profissional.”

Mas Carmem Lúcia, dona de um salão no Leblon, na Zona Sul, acha justamente o contrário. “O povo da Zona Norte é mais profissional. Eles não têm tanta afinidade com a clientela, diferente do que acontece no meu salão. Aqui quando toca o telefone e não tem nenhum funcionário, a cliente é quem atende”, afirmou. 

 Foto: Renata Soares/G1

Na Zona Sul, clientes preferem revista de arte como passatempo (Foto: Renata Soares/G1)

Ainda na Zona Sul, um salão resolveu inovar e oferecer a clientela livros de arte para passar o tempo. A novidade dividiu opiniões. A administradora Juliana Coimbra, de 24 anos, que estava num salão próximo ao dos livros, adorou a ideia. “Acho os livros de arte mais interessante do que as revistas de fofocas. Por que todos os salões têm as mesmas revistas?”

A advogada Ivone Nascimento concorda com Juliana, mas também acha que, dependendo do humor, uma revista de fofoca pode cair bem. Já Carmem discorda das duas. Acha que livros de arte e mulheres no salão de beleza não combinam: “Mulher gosta mesmo é de fofoca”.

Na Zona Norte, a ideia dos livros não pegou. “As pessoas vão para o salão para se divertir e não para ler livros”, disse Neo de Almeida, dono de um salão na Avenida Meriti, na Vila da Penha. “Aqui as pessoas falam sobre tendências, maquiagens, fofocas e programas de TV. Aqui livros não seriam interessantes”, afirma a gerente Luciana Andrade.Em todos os salões visitados, estavam disponíveis revistas com reportagens sobre a vida íntima dos famosos – até no que oferece livros de arte.

Fonte G1

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Foto: Arquivo pessoal

A carioca Viviane Fiorentini posa em uma das ilhas gregas durante uma folga.

País que passa por uma de suas piores crises financeiras, a Grécia dividiu em duas fases a vida da empresária brasileira Viviane Fiorentini, de 36 anos, que trocou o subúrbio do Rio de Janeiro pela capital grega, Atenas, há 16 anos.

“Crise, nós temos em todo lugar. Mas os gregos abriram as portas para mim. Isso fez com que eu me adaptasse muito bem, e hoje sou apaixonada pela Grécia. Não quero mais sair dali”, afirma a carioca, há uma semana de férias no Brasil.Embora não esconda a admiração pelo país que adotou, a empresária também não minimiza os efeitos da atual crise. “Nunca tinha visto nada parecido nestes 16 anos que vivo na Grécia ao que está acontecendo hoje”, diz Viviane, que conta ter presenciado diversos protestos e enfrentado paralisação do sistema de transporte público.

Dona de um salão de manicure e pedicure na capital grega, a empresária diz ter visto a clientela diminuir em quase pela metade nos últimos meses. “Infelizmente, tivemos que cortar funcionários e estamos economizando no que podemos, inclusive [no consumo de] água e luz”, lamenta.O país enfrenta esta semana uma nova onda de paralisações e protestos desde que se iniciou o debate sobre o pacote para conter a dívida do país - que alcançou 120% do Produto Interno Bruto – com cortes em diversos, setores e congelamento de salários. 

Falando grego

Apesar dos percalços causados pela crise, a empresária brasileira diz viver hoje uma situação financeira confortável, que a permitiu “realizar o sonho” de quando desembarcou em Atenas, aos 20 anos: além da casa em que vive, comprou uma casa no Rio e outra para a família, que vive em Nilópolis, na Baixada Fluminense.

Mas a vida na Grécia nem sempre foi assim. Viviane conta que chegou ao país “sem falar uma palavra em grego ou inglês” para viver com uma tia, após deixar o filho, então com 5 anos, sob os cuidados dos pais dela. “Fui mãe adolescente, tive filho com 15 anos e casei. Era muito nova e acabei me separando aos 18. Como minha família era muito humilde e eu estava desempregada, decidi morar com uma tia que vive na Grécia.”

No país, Viviane cumpriu o roteiro comum a muitos brasileiros que vão viver ilegalmente no exterior: trabalhou como empregada doméstica e ajudante de serviços gerais em um hotel numa das paradisíacas ilhas gregas, onde viveu sua pior fase. Sem documentação legal e com um salário incerto, ela lembra que teve de se esconder num saco de lixo para escapar da fiscalização.“Muitas vezes, quando acabava o serviço, o responsável do hotel me mandava capinar o jardim sob um sol de 40°. Após algum tempo, todas as brasileiras que trabalhavam nesse hotel foram embora, mas como eu tinha acabado de chegar e não falava grego, fui obrigada a passar por aquilo”, lembra.

‘Menina do subúrbio’

A situação começou a mudar para a brasileira um ano depois, quando voltou para Atenas para assumir outro emprego na casa de uma família. Já com alguma desenvoltura na língua, Viviane conheceu um advogado grego com o qual se casaria e que a ajudou a superar a dificuldade do idioma.“Hoje me comunico bem porque procurei entrar para o mundo grego e esquecer o brasileiro. Não tive aulas, meu namorado me ensinava. Demorou um ano e meio para ficar fluente. Mas, além disso, tinha a dificuldade de entrar para a cultura grega, que é muito diferente da nossa, principalmente para uma menina do subúrbio”, lembra.

Foto: AFP

Polícia e manifestantes voltaram a se enfrentar no país nesta sexta-feira, 5 (Foto: AFP)

Com ajuda do então marido, Viviane abriu o salão de manicure e pedicure que mantém até hoje. O local, ela conta, logo conquistou uma clientela fiel: primeiro de brasileiros que vivem no país e, depois, de gregos interessados na “qualidade do serviço brasileiro”.Entre idas e vindas ao Rio, “às vezes até três vezes por ano”, para matar as saudades da família, há um ano, a empresária conseguiu levar o filho, hoje com 20, para viver em Atenas. 

  Olimpíadas

Os rumores de que uma crise financeira mais grave afetaria a Grécia não são de hoje, diz a brasileira. “Desde depois das Olimpíadas [de Atenas, em 2004], todo mundo falava que a Grécia ia passar por uma crise, mas nós não acreditávamos.”Mas nem as paralisações nos serviços públicos, nem os protestos de trabalhadores que terminam em violentos confrontos com a polícia, abalam a confiança da brasileira de que o país europeu vai superar a crise. “Muitas coisas boas me apareceram aqui, mesmo na crise. Estou confiante que [o país] vai superar sim.” 

Fonte G1

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Brasileiro é 1 dos 3 mortos em acidente com cruzeiro no Egito

Publicado por Tulio em 27 fevereiro, 2010.

Um tripulante brasileiro está entre os três mortos no choque de um navio de cruzeiro contra um cais em um balneário no Mar Vermelho, segundo a companhia Costa Cruciere, dona do barco. Três turistas e um terceiro tripulante ficaram feridos, de acordo com a empresa.

O acidente com o barco, que levava 1.473 passageiros e 147 tripulantes, ocorreu em Sharm el-Sheikh, às 4h45 locais, e danificou parte da lateral direita do barco.O brasileiro morto tinha 34 anos e trabalhava como cabeleireiro a bordo. Os outros dois mortos são um hondurenho de 50 anos e um indiano de 31, ambos auxiliares de cozinha.Seus nomes não foram revelados.

AP/AP

Navio de cruzeiro da Costa Europa é visto nesta sexta-feira (26) após colisão com cais no resort de Sharm el-Sheik, no Mar Vermelho, no Egito. (Foto: AP)

O presidente da empresa, Pier Luigi Foschi, atribuiu o acidente ao “excepcional mau tempo” e a “uma forte rajada de vento”. Ele disse que as investigações continuam.O navio havia partido de Savona, na Itália, rumo a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ao contrário do que havia sido inicialmente divulgado. A viagem duraria  18 dias.Os passageiros foram transferidos para o complexo turístico Domina Coral Bay, no balneário egípcio.

No site da empresa, o navio aparece como tendo sido construído em 1986 e reestruturado em 2002 e com capacidade para 1.773 hóspedes.O grupo atua em muitos países, em todos os continentes e está há três anos em Dubai, tendo 16 navios em sua frota internacional.

Foto: AP

Foto mostra como ficou o navio depois do acidente. (Foto: AP)

Fonte G1

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Fernando Henrique grava documentário sobre drogas no Morro do Rio

Publicado por Tulio em 26 fevereiro, 2010.

 

Foto: Priscila Marotti - Seseg/RJ

FH conversa com a capitã Priscila no Dona Marta (Foto: Priscila Marotti – Seseg/RJ)
 

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que participa das filmagens de um documentário, visitou nesta quinta-feira (25) a Favela Santa Marta, em Botafogo, na Zona Sul,  e a sede da Polícia Civil do Rio, no Centro do Rio. O trabalho tem a intenção de debater mudanças na legislação antidrogas.

“Quis conhecer de perto o trabalho da polícia carioca de recuperação de armas e de combate ao tráfico de drogas. Essa questão é importante porque está ligada a uma série de fatores, como o próprio tráfico em si, e as leis que regem esse assunto”, disse o ex-presidente, que é integrante da Comissão Latina americana sobre Drogas e Democracia. Na sede da Polícia Civil do Rio, o ex-presidente se encontrou com o chefe de Polícia, delegado Alan Turnowski, e com o subchefe de Operações Carlos Antônio Oliveira.

 Pela manhã, numa visita em que ele não foi acompanhado por jornalistas, o ex-presidente gravou no Morro Santa Marta uma entrevista com a comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), capitã PM Pricila de Oliveira Azevedo. À tarde, o ex-presidente esteve no local onde fica parte das armas apreendidas no estado do Rio. Cerca de cem mil armamentos capturados pelos agentes estão guardados no arsenal da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos da polícia.

“O Fernando Henrique ficou impressionado com a quantidade de armas apreendidas. Nós também, policiais, ficamos impressionados com a quantidade de armas que a polícia conseguiu apreender”, contou o delegado Turnowski. 

 UPPs contribuem

 Sobre a visita ao Morro Santa Marta, a primeira comunidade do Rio a ser beneficiada pelo programa de policiamento, Fernando Henrique observou:
“É importante conhecer o trabalho das UPPs, que auxiliam e contribuem para o fim do tráfico de drogas e de armas”, destacou.
Nesta sexta (26), o ex-presidente participa de um encontro com integrantes do Viva Rio e com deputados para discutir questões relacionadas a usuários e traficantes de drogas.
Desde agosto de 2009, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participa das filmagens do documentário, cujo título provisório é “Rompendo o silêncio”, sob a direção de Fernando Grostein Andrade. A produção tem lançamento previsto para o ano que vem.

 Fonte G1

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Moda para gordinhas marca abertura de desfiles em Milão

Publicado por Tulio em 24 fevereiro, 2010.

Elena Miró exibiu coleção ‘plus size’, com modelos acima do tamanho 46.

Foto: AFP

A semana de moda feminina de Milão teve início nesta quarta-feira (24) com a apresentação da grife Elena Mirò, especializada em tamanhos grandes. (Foto: AFP)  

A marca italiana Elena Miró abriu nesta quarta-feira (24) a Semana de Moda de Milão com o desfile de modelos corpulentas, voluptuosas e sensuais, em uma coleção destinada a vestir a mulher “real”.

A marca, especializada em grandes tamanhos (acima do 46), surpreende com roupas pretas, bons cortes, cores sombrias, mas com formas ajustadas e até um decote para sua nova coleção outono-inverno 2010.Elena Miró, que completa este ano 25 anos de fundação, abre o calendário oficial da semana de Milão desde 2006, gerando uma revolução cultural nos desfiles.

Foto: AFP

As peças ’plus size’ (acima do tamanho 46) da marca Elena Mirò privilegiaram a alfaiataria, com saias e calças bem-cortadas que valorizam as curvas das modelos. (Foto: AFP)

A mudança foi decidida após a morte, em 2006, da modelo brasileira Ana Carolina Reston, que sofria de anorexia e transmitia uma imagem de mulher extremamente fraca, com olheiras e um ar quase aterrorizado.A fundadora e dona da marca, Elena Miroglio, atualmente responsável pela estratégia e condecorada em 2007 por sua contribuição na “emancipação da mulher de um conceito estético limitado”, reconhece que suas roupas devem servir para dar segurança à mulher moderna.

“Foram concebidas para que gerem confiança em mulheres reais, verdadeiras, para que firmem a paz com elas mesmas”, com seus corpos, assegurou.

Segundo as regras vigentes na Itália, as menores de 16 anos não podem desfilar e as modelos devem apresentar um certificado como prova de que não sofrem de transtornos alimentares, uma medida para combater a anorexia, a falta anormal de apetite e o medo do ganho de peso.

A marca lança roupas para mulheres com uns quilos a mais e segue fiel ao famoso lema “Adeus fracas”, lançado em suas primeiras campanhas publicitárias na década de 80. 

Foto: AFP

A semana de moda de Milão é um dos eventos mais importantes do calendário fashion mundial. Ainda esta semana grifes como Prada, Gucci, Versace e Armani apresentarão suas novas coleções. (Foto: AFP)

Fonte G1

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