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Confira dicas para comprar um computador novo

Publicado por Tulio em 14 abril, 2010.

Mais cedo ou mais tarde, chega a hora de comprarmos um computador, seja o nosso primeiro ou trocar o velhinho que já não está mais com tanto gás. Mas você sabe o que deve ser considerado na hora da compra? A coluna de hoje é dedicada a ajudar você nesse processo.

Hoje vemos um monte de anúncios de computador usando como característica a quantidade de GB de RAM que o produto tem e nada mais. Essa variável é importante, mas não é nem de longe o único fator a ser observado. Por isso, vamos por partes:

Reprodução/Reprodução

Existem diversos tipos, formatos e preços de computadores

 

Comprar ou atualizar

Se você tem um computador muito antigo – e eu entendo por “muito antigo” máquinas com quatro anos ou mais de uso – geralmente vale mais a pena trocá-lo por um novo. As atualizações que podem ser feitas em uma máquina mais antiga muitas vezes não surtem o efeito necessário em desempenho, como aumento de memória, substituição do disco rígido ou mesmo inclusão de placa de vídeo.

Em máquinas mais novas, provavelmente a troca do processador ou mesmo a inclusão de mais memória já surtem um resultado mais satisfatório sem a necessidade de compra de um computador novo.

Comprar um PC pronto ou escolher peça a peça

Para a esmagadora maioria das pessoas, a recomendação é comprar um PC pronto, pois os pacotes oferecidos atendem às principais necessidades dos usuários. Nesses computadores, o nível de personalização do hardware é pequeno e o consumidor escolhe dentre algumas opções fornecidas pela loja.Clube do Hardware ou o Guia do Hardware.

É importante atentar às variáveis de atualização da máquina na hora de fechar a compra – se é possível expandir a memória RAM, se é possível colocar/trocar a placa de vídeo e afins – e entender como funciona a garantia dessas máquinas.

As máquinas montadas peça a peça são a melhor opção para quem tem um uso específico ou quer escolher (por desempenho ou custo) cada um dos itens. O nível de variação é muito maior, mas o conhecimento necessário para comprar algo que realmente valha a pena também se faz necessário.

Para quem quer entender de forma mais abrangente as partes do computador na hora de comprar uma máquina, escolhendo peça a peça, recomendo a pesquisa em fúruns especializados, como o Clube do Hardware ou o Guia do Hardware.

Processador

O mercado dos processadores é dominado pela Intel. Porém, nunca se pode descartar os processadores da AMD, tão poderosos quanto. Nesse quesito, a marca não é tão importante, pois ambas têm qualidade garantida. Mas é importante ficar de olho na geração do processador. A Intel, por exemplo, está lançando a linha Core 2010, que já foi assunto de uma coluna aqui.deste artigo e para processadores Intel, deste.

Os processadores anteriores a família Core 2010 (Core2Due, QuadCore e afins) passaram a ser uma opção mais em conta com a venda dos processadores novos – que, como são dispositivos de múltiplos núcleos (2 nos duo e 4 nos Quad), desempenham bem sua função mesmo para aplicações mais pesadas.

Uma dica importante para quem trabalha com planilhas muito grandes (Excel): agora é a hora de pensar em um processador e sistema operacionais de 64 bits. A Microsoft irá incluir suporte a esse tipo de arquitetura na próxima versão do Office que está para ser lançado, o Office 2010, dando a possibilidade de termos planilhas maior e mais agilidade ao manipular os dados.

Os processadores da AMD costumam ser um pouco mais baratos do que os equivalentes da Intel, tornando-os uma boa opção para quem quer capacidade de processamento a um custo mais acessível. Para ir um pouco mais a fundo nos processadores AMD, recomendo a leitura.

Reprodução/Reprodução

Processadores Intel e AMD sempre concorreram. Quem sai ganhando é o consumidor

Memória

A memória RAM é um fator crítico na hora de comprar um computador. Os principais padrões do mercado são DDR2 e DDR3. A maioria dos computadores hoje está sendo comercializada com memórias DDR2 de 800Mhz. As memórias DDR3 são mais caras e são pré-requisito nas placas-mãe para os novos processadores Core 2010 da Intel.Ubuntu.

Claro que existem placas-mãe que suportam os pentes DDR3 e processadores de geração anterior. O custo pode ser determinante entre os tipos de pente de memória. As DDR3 são um pouco mais caras do que as DDR2.

Eu não recomendo comprar um computador com menos de 2 GB de memória independente de qual o uso do computador. Lembrando que computadores mais antigos e que usam sistemas operacionais de 32 bits, como o Windows XP, não reconhecem mais de 3GB de RAM mesmo o computador tendo mais que isso.

Então, se for comprar um PC com mais de 3GB de RAM adote um sistema operacional mais atual, como o Windows 7 ou uma distribuição do Linux, como o

Disco rígido

Foi-se o tempo em que espaço em disco era um problema. O custo de discos com capacidade acima do 500GB é bastante atraente – algo em torno de R$ 200 a R$300, dependendo da loja.

Os computadores hoje saem das lojas com HDs SATA II, e eu não recomendo comprar máquinas com disco rígido IDE por serem mais lentos, afetando o desempenho geral da máquina.

Com relação ao tamanho do HD, a diferença de preço entre unidades de 80 GB para unidades de 500 GB gira em torno de R$ 100, não valendo mais a pena comprar um disco com menos de 160 GB. Mas a imensa maioria das pessoas jamais vai usar todos os GBs do HD.

Para quem quer mais desempenho, recomendo comprar sempre 2 discos de boa capacidade, ficando um para rodar o sistema operacional e o segundo para armazenar os arquivos pessoais.

Agora, a tecnologia do momento em termos de disco rígido é o SSD – ou, sem abreviar, “Solid State Disks” (discos de estado sólido) –, que funciona da mesma forma que os discos convencionais, mas sua tecnologia não é baseada em discos magnéticos com uma cabeça de leitura e motores, como os HDs convencionais, e sim em memória flash, como nos pen drives e cartões de memória.

Os discos SSD conseguem acessar mais rapidamente os dados, menor consumo de energia, são mais resistentes a choque e também são silenciosos. Além, é claro, de não serem tão quentes quantos os discos normais.

O grande problema ainda é o custo desses dispositivos. É muito mais caro ter um computador com disco sólido do que com disco normal. Alguns modelos mais caros de fabricantes como Dell já saem de fábrica com esses discos.

Placa de vídeo

Ter uma placa de vídeo hoje não é tão relevante quanto há 5 ou 10 anos. Quando surgiram os primeiros vídeos on-board, a qualidade desses dispositivos era sofrível e para que o consumidor pudesse usufruir melhor do seu computador era altamente recomendado que tivesse um computador com vídeo off-board.Neste artigo, eu falei das tecnologias crossfire e SLI para usar mais de uma placa de vídeo no PC.

Hoje a história é outra. Para a maioria das pessoas, que não usa o PC para aplicações gráfica ou jogos mais pesados, as placas de vídeo que acompanham as placas-mãe são muito boas. Até jogos menos elaborados rodam bem nessas placas.

Agora, se você quer um computador para jogar e para aplicações mais pesadas de 3D ou trabalhar com imagens, o ideal é ter uma ou mais placas de vídeo.

Pelo menos 2 segmentos dos processadores da família Core 2010 da Intel vêm com a placa de vídeo incorporada ao processador, o que é uma grande vantagem para usuários desses processadores. Claro que mesmo assim o desempenho fica abaixo das placas “off-board”.

 Monitor

Hoje não vale a pena comprar monitores que não sejam LCD, o custo desses equipamentos está bastante acessível. Nem sempre uma tela muito grande é uma solução, o ideal é comprar uma tela bem dimensionada para o espaço onde o PC vai ficar instalado.

Eu acredito que hoje o menor tamanho de tela é de 17′ widescreen. Os sistemas operacionais e aplicativos atuais estão mais dimensionados para telas grandes do que para os antigos monitores de 15 polegadas.

A conexão do monitor também é importante, se quiser usar mais qualidade, dê opções para telas com entrada HDMI para ver vídeos em alta definição. Claro que a placa de vídeo precisa ter esste tipo de saída.

Blu-Ray

Unidade de CD ROM é coisa do passado e enxergo o DVD seguindo pelo mesmo caminho. A tendência das mídias desaparecerem é relativamente real, mas por enquanto o babado do mercado são as mídias Blu-Ray. Claro que o custo de uma unidade de leitura Blu-Ray ainda é alto, mas pode valer a pena já comprar um computador com um leitor desses.

Fonte G1, por  Fernando Panissi é especialista em tecnologia e internet,

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Falta combinar com o consumidor

Publicado por Tulio em 12 abril, 2010.

Marisa Cauduro

Marcela diz que prefere produtos com certificados ecológicos. Mas se queixa da falta de informação

Fazia todo o sentido. Quando a Unilever lançou a versão concentrada de seu principal amaciante, em maio de 2008, parecia ter escutado a demanda dos consumidores, que diziam querer comprar produtos mais ecológicos. Com meio litro, o novo produto rende tanto quanto 2 litros da versão convencional. Como a embalagem é menor, economiza 58% de plástico e, consequentemente, usa menos petróleo. Seu processo de produção consome 79% a menos de água. As caixas que o transportam acomodam mais unidades num mesmo espaço, reduzindo em 67% as viagens de caminhões para chegar aos pontos de venda. Mais: o amaciante concentrado é 20% mais barato. Com um belo esforço de comunicação – uma campanha de R$ 32 milhões em dois anos –, era de esperar que a essa altura o novo amaciante já tivesse desbancado o velho. Não foi o que aconteceu. A Unilever não divulga dados sobre vendas, mas um levantamento feito na rede de varejo Walmart mostra que o amaciante tradicional ainda vende 50% a mais que o concentrado. O amaciante da Unilever é apenas um dos casos de produtos criados para explorar o consumo ambientalmente correto. Há empresas que investiram em mudar sabão em pó, chá orgânico, papel higiênico. Sem contar as mudanças de embalagem. Em todos os casos, porém, o resultado tem sido dúbio. Por quê?

Há pouca dúvida de que o mundo enfrenta problemas ambientais sérios. Muitas empresas têm investido em ações responsáveis, seja como forma de economia (usando os recursos de modo mais eficiente), seja pelo apelo de marketing (projetando a imagem de empresa amiga da Terra). Mas a resposta a essas ações é fraca. “A sustentabilidade ainda é algo distante do que vivemos”, afirma Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu para o Consumo Consciente. Uma pesquisa do Akatu revela que 80% das pessoas dizem valorizar os produtos verdes. Mas só 30% delas concretizam suas intenções no ato da compra. Há uma longa distância entre propósito e ação.

Por um lado, alguns desses produtos ecologicamente melhores exigem mudanças de hábitos de consumo – e isso é um obstáculo. Em outros casos, como o do sabão em pó ecológico da Procter & Gamble, as pessoas resistem porque acham que suas empregadas domésticas não saberão usar o produto da forma correta. O detergente usa 30% menos água que um comum. Sua fórmula faz menos espuma e, assim, dispensa o último enxágue. Mas ele não fez o sucesso esperado. “As empregadas não leem rótulos”, diz a aposentada Cláudia de Vasconcellos Lameiro da Costa. “Não adianta explicar. Elas vão continuar achando que só com espuma se lava direito.”

Um amaciante mais ecológico custa 20% menos. Mas ainda perde em vendas para o convencional
Em alguns casos, as empresas deixam de apostar em inovações que fariam sentido ecológico. Há dois anos a Natura estuda a criação de uma linha completa (com xampu, condicionador, creme hidratante…) em pó. A solução economizaria água na produção, plástico da embalagem e emissões de gases poluentes no transporte. Os produtos viriam em pequenos sachês para ser diluídos em casa. “O novo produto teria, em média, 10% do peso do original”, diz Daniel Gonzaga, diretor de pesquisa e tecnologia da Natura. Mas o destino do xampu em pó é incerto. A companhia ainda não está segura de que haja público para a invenção. “Precisamos chegar a um mix completo: fórmula testada, marca correta, embalagem e o aval do consumidor.”

Esse aval, de acordo com um levantamento feito no Walmart  , é tímido. “Ainda estamos no começo de um processo de mudança de hábitos na decisão de compra”, diz Christiane Urioste, diretora de sustentabilidade do Walmart. Um papel higiênico da Kimberly Clark dá uma dimensão do problema. Feito com fibras de papel reciclado obtidas a partir de aparas selecionadas, tem os rolos compactados para caber em uma embalagem menor. Custa em torno de 25% menos que o papel tradicional. Mesmo assim, tem só um quarto das vendas.

Para vencer o apego ao costume, seria necessário um investimento eficiente em marketing. Um estudo feito pela agência de publicidade Euro RSCG mostra que as empresas abusam dos clichês. O levantamento encontrou ursos-polares em anúncios do HSBC, da Philips e dos sorvetes Ben & Jerry. “As imagens usadas confundem as pessoas”, diz Russ Lidstone, presidente da agência. “São projetadas para chamar nossa atenção, mas acabam nos distanciando do problema e nos tornando céticos.”

Fonte : Época

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Concurso vai escolher o melhor pastel de feira de SP

Publicado por Tulio em 17 setembro, 2009.

Eleição será realizada de 15 de setembro a 4 de outubro. São vendidos mais de 2 milhões de pastéis por semana nas feiras.

Foto: Juliana Cardilli/G1

Quem costuma frequentar as feiras livres da capital paulista terá uma missão saborosa e um tanto quanto difícil nos próximos dias. De 15 de setembro a 4 de outubro, um concurso vai eleger o melhor pastel de feira da cidade. Quem não costuma ir a esses locais, pode encarar o desafio como um atrativo, provar e avaliar a iguaria.

Para votar no melhor pastel de feira, o consumidor deve informar o nome e uma indicação de endereço, que pode ser um e-mail ou apenas um número de telefone. As notas devem variar de 1 a 10.

 

 José Roberto Graziano, supervisor geral de Abastecimento da Prefeitura, alerta que o consumidor deve ficar atento a diversos fatores, além do sabor do pastel. “A pessoa deve observar vários critérios como a higiene da barraca e dos funcionários, a qualidade do produto, do atendimento e dar sua nota”, afirmou.

 Foto: Juliana Cardilli/G1

Indiana Paiva Pires acredita que concurso trará melhorias para os consumidores Após a primeira etapa de votação, serão calculadas as notas de cada concorrente e vão ser escolhidos os dois representantes com as notas mais altas de cada uma das cinco regiões administrativas da cidade: Norte, Sul, Centro-Oeste, Leste 1 e Leste 2.

Eles participarão da final que será realizada no dia 26 de outubro em frente ao estádio do Pacaembu. Nesse dia, a população poderá dar nota aos concorrentes, das 9h às 11h e, em seguida, eles serão avaliados por um júri técnico que deve ser formado por 30 pessoas, entre chefs de cozinha, donos de restaurantes e personalidades.
A nota será composta da avaliação dos consumidores e do júri técnico que terão igual peso no resultado final. A população pode avaliar o pastel de qualquer sabor. Já os jurados provarão apenas o de carne, que é o tipo mais vendido na cidade.

 Prêmio

 O vencedor do concurso vai ganhar R$ 8 mil, o segundo lugar, R$ 2 mil e o terceiro, R$ 1 mil. Segundo o presidente do sindicato dos feirantes, José Torres Gonçalves, os pasteleiros já estão prometendo prêmios aos funcionários caso ganhem o concurso. “Eles querem incentivar os funcionários para fazer um pastel melhor ainda”, comentou Gonçalves. 

Foto: Juliana Cardilli/G1
Todos os dias na feira do Pacaembu, José Hiromi Mori acredita que prêmio vai ficar no local

É o caso de Maria Kumiko, de 57 anos, 30 deles na feira do Pacaembu, que já faz planos para o possível prêmio. “Parte dele, R$ 5 mil, eu vou pegar para investir na barraca, e os outros R$ 3 mil vou dividir entre os funcionários. Eles já estão sabendo, é um incentivo para trabalharem melhor”, contou a comerciante, que também quer encomendar uma faixa nova para dar destaque à sua barraca na feira.

Cliente da barraca pelo menos três vezes por semana, quando vai buscar pastéis para funcionários de seu trabalho, o auxiliar de manutenção Josiel Pereira da Silva, de 35 anos, já está satisfeito com a qualidade atual, mas reconhece o valor da disputa. “Ajuda muito a melhorar a qualidade. Aqui já está bom, mas tudo o que for para melhorar dá certo”, afirmou.

Conhecido pelos amantes de pastéis, José Hiromi Mori, dono da Barraca do Zé, acha que o prêmio deve ir para alguma das barracas do Pacaembu mesmo, onde será realizada a final. “Tem milhares de pasteleiros na cidade, mas a final vai ser aqui, e acho que o prêmio vai ficar por aqui também. Com certeza o concurso vai ser bom, dando mais visibilidade para os consumidores”, afirmou.

 

*Colaborou Juliana Cardilli ( Fotos e texto)

 

Quase tão presentes na cidade como a pizza, um dos pratos típicos do paulistano, os pastéis são comercializados em 731 barracas em 888 feiras que ocupam as ruas da cidade de terça a domingo. Por semana, são vendidos mais de 2 milhões de pastéis nas feiras da capital, segundo cálculo dos feirantes.

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Ação civil pública tem como alvo o McDonald´s, o Bob´s e o Burger King.
Procurador alega que brinquedo incita o consumo de comida muito calórica.

Foto: Divulgação
Brinquedos vendidos em novembro na rede McDonald’s
 
O Ministério Público Federal em São Paulo entrou com uma ação civil pública para que três grandes redes de fast food suspendam as promoções que vêm com brinquedos porque eles influenciariam crianças na compra de lanches. O argumento é o de que esses alimentos são muito calóricos e contribuem para problemas como a obesidade infantil.

Autor da ação, o procurador da República Márcio Schusterschitz da Silva Araújo alega que os lanches, compostos por hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes, fazem do brinquedo “um prêmio” para o consumo de um alimento que traz risco à saúde de meninos e meninas. A ação tem como alvo as redes McDonalds, Bob’s e Burger King e suas promoções: McLanche Feliz, Lanche Bkids e Trikids (respectivamente). 

Araújo argumenta que a estratégia de marketing das três empresas “incita o consumo e fideliza o consumidor infantil a um produto altamente calórico”. Ainda de acordo com ele, “a associação com o brinquedo retira o fundamento de escolha do alimento”, como consta na nota divulgada nesta segunda.
Para o MPF, o direito do consumidor limita as possibilidades do marketing infantil. Com a venda dos brinquedos, a compra seria influenciada não propriamente pelas qualidades do lanche, “mas pela criação abusiva de associações emocionais estranhas ao processo alimentar”, afirma Araújo. Para ele, a alimentação “é fundamental na formação da personalidade da criança”.
 

 

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