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Ricky Martin aborda ‘saída do armário’ em autobiografia

Publicado por Tulio em 19 agosto, 2010.

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Capa da autobiografia de Rick Martin, que será lançada em novembro

(Foto: AP)

O cantor porto-riquenho Ricky Martin anunciou em comunicado divulgado nesta quinta-feira (19) a data de lançamento de sua autobiografia. “Yo” (“Eu”, na tradução livre) chegará às lojas no dia 2 de novembro, em versões em espanhol e inglês.

De acordo com o músico, o livro vai expor as decisões que mudaram sua vida, como quando revelou publicamente que era homossexual. Também explicará como decidiu se tornar pai e sua devoção por ajudar crianças ao redor do mundo vítimas de maus tratos.

Além disso, Ricky Martin aborda sua infância na autobiografia, suas experiências no grupo Menudo, que levou o cantor à fama internacional, sua evolução como músico e a conexão pessoal que mantém com milhões de fãs ao redor do mundo.

“Escrever este livro me permitiu explorar os diferentes caminhos e experiências que me levaram a ser quem sou hoje. Tive que reunir dados soltos que nunca antes tinha tentado unir e trabalhar profundamente nas memórias que já tinha apagado da minha mente”, disse o cantor sobre o livro.

Ele conta que não foi fácil, mas depois de começar a escrever se deu conta “do incrível processo de cicatrização que tinha começado” e de seu desejo de compartilhar suas vivências pessoais com o público através do livro.

Fonte G1

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‘Estou na infância da velhice’, diz Caetano Veloso

Publicado por Tulio em 17 abril, 2010.

Caetano Veloso

 

Para Caetano Veloso, o tempo ajuda a melhorar, a se renovar e a incorporar aprendizagens para seguir desfrutando de uma música que deu ao cantor reconhecimento mundial. “Estou na infância da velhice. Sem querer, dediquei toda a minha vida à música popular e foi algo muito bom porque desde muito pequeno adorava cantar”, disse Caetano à AFP, em uma série de entrevistas via e-mail, antes de sua chegada a Miami para um show na terça-feira (20).

Caetano, de 67 anos, conta que quando era jovem tinha outros interesses, como a literatura e o cinema, mas que a música foi se impondo em sua vida com força.

Ele diz que se sente “agradecido”, como “se uma mulher bonita o tivesse escolhido”, e que, por isso, trabalha “como se não tivesse dado ainda tudo que ela merece”.

O mais popular e reconhecido músico brasileiro contemporâneo mencionou o crescimento da música em espanhol nos Estados Unidos e a influência da brasileira, e disse que a entrada de sua obra no mercado americano não é um objetivo que o motiva.

“Não penso em ganhar ou perder espaço nos Estados Unidos, e sim, em poder fazer uma música melhor do que a que fiz até agora. Vejo o futuro de uma perspectiva mais brasileira, que não depende muito dos Estados Unidos”.

Em relação ao restante do continente, ele diz que o “Brasil é um estranho e enorme país onde as pessoas falam português”, o que o diferencia da grande onda hispânica ou do mercado latino que vem influenciando os americanos.

No entanto, a música brasileira conta com figuras como “Carmen Miranda, João Gilberto, Tom Jobim e Milton Nascimento” que são conhecidos e admirados por muitos em um país que fala inglês e que é o mais poderoso do mundo, e isso é muito valorizado por nós”, completou.

Reggaeton e funk carioca

Sobre as novas tendências musicais, Caetano diz gostar do “reggaeton e também do funk carioca”, apesar de considerar um estilo “muito menos polido”.

E em relação às novas gerações de músicos no Brasil, afirma que se deve prestar atenção tanto na cantora de samba e bossa nova Roberta Sá, como nas bandas alternativas Babe Terror e Rabotnik.

Pensa em Miami como um lugar em que há forte impacto da música latina e diz que em seu show, no teatro Fillmore de Miami Beach, espera encontrar muitos imigrantes hispânicos e brasileiros que vivem na cidade, mas também alguns “jovens americanos que me descobriram através de David Byrne, Beck, David Longstreth, Devendra Banhart e Panda Bear, que se interessaram pela minha música”.

A apresentação em Miami tem também uma sensação especial porque é sua primeira visita aos EUA desde que o presidente Barack Obama, por quem sente um “particular afeto”, chegou à Casa Branca.

“O look de Obama encanta tanto a mim como às minhas irmãs, porque se parece muito com nosso pai, que era um mulato elegante, com as orelhas de abano”, disse.

“Acredito que sua chegada à presidência é um grande acontecimento”, completou Caetano, que valoriza as conversas iniciadas por Washington com a Rússia para reduzir os arsenais nucleares e o possível fechamento de Guantánamo, mas lembra: “os Estados Unidos não podem apagar no Afeganistão as mentiras do Iraque”.

Fonte G1

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Foto: Lucíola Villela/G1

Já são 50 anos de carreira, mas Roberto Carlos declarou que ainda está à procura da “canção perfeita”. De Miami, o Rei também declarou à agência internacional de notícias Associated Press que “gostaria de compor uma canção de amor ainda maior, dizer algo que ainda não foi dito”.

O cantor brasileiro, que completa 69 anos no próximo dia 19, inicia na cidade, no próximo sábado (17), uma turnê internacional como parte das comemorações por seus 50 anos de carreira. Antes da apresentação, a Sony entregará a Roberto um prêmio de reconhecimento na sede central da gravadora em Nova York.

A excursão do astro festejando meio século de música vai prosseguir por Nova York e Los Angeles, entre outras cidades americanas, além de países como México, Colômbia, Peru, Canadá e Costa Rica.

No Brasil, a celebração teve início em abril de 2009 e contou com uma série de apresentações especiais, incluindo shows em Cachoeiro do Itapemirim (ES), sua cidade natal, e no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Fonte G1

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O Pirulito da Ciência

Publicado por Tulio em 11 abril, 2010.

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O cantor e compositor Tom Zé quer descomplicar. Quer trazer a conversa para o palco e aporrinhar, no bom sentido, seus seguidores com estímulos de todos os lados. Por isso, nos três shows que apresenta no Sesc Pompeia, em São Paulo, a partir de hoje, a plateia será mais do que “apenas” a coadjuvante do lançamento do CD e DVD ao vivo, O Pirulito da Ciência – trabalho que compila sua trajetória, com canções que se popularizaram e também com aquelas que marcaram suas decisões de percurso durante seus 50 anos de carreira.
O público fará parte de um experimento que o baiano de 73 anos quer levar ao palco, sem saber muito bem como explicar: “Quero mostrar que toda ideia, por mais simples que seja, pode se transformar numa ótima realização. Basta você deixar ela quietinha por um tempo e trabalhar por um, dois anos, acreditar no potencial dela”, diz o cantor.

“É assim que as minhas canções surgem, e foi assim que fui chamado de o ‘pai da invenção’ pela imprensa americana. Não sou gênio de nada. Sou um dos mais simplórios dos invencionistas. Só sei escolher as boas ideias e quero que meu público entenda que pode fazer isso também.”

Tom Zé destaca essa característica por contar com um público cada vez mais jovem. E ele não fala de gente de universidade, jovens adeptos à subversão do Tropicalismo por osmose. “Tem gente de ginásio, de colegial. É para essa gente que estou cantando.”

Entre marcos como “Augusta, Angélica e Consolação”; “Nave Maria”; “Parque Industrial”; “São São Paulo”; “Classe Operária” e “Menina Jesus”, ele promete uma novidade para despertar a classe estudantil. “Vou fazer um arranjo de baixo, bateria e guitarra, mas como se todos os instrumentos soassem acusticamente. Explicar assim é difícil, mas no palco, mostrando, fica fácil de entender.”

Fonte Ig

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Fio de cabelo de Elvis Presley é vendido por R$ 3 mil

Publicado por Tulio em 15 novembro, 2009.

Foto: Reuters
 
  Elvis Presley com o uniforme do exército norte-americano nos anos 50.

 

Um fio de cabelo de Elvis Presley recolhido nos Estados Unidos por seu cabeleireiro particular foi leiloado por mil libras – cerca de R$ 3 mil – neste sábado (14).A casa de leilões Henry Aldbridge and Son, localizada no condado de Wiltshire, arrecadou muito mais do que o esperado ao conseguir vender o fio de cabelo bem acima do preço estimado de entre 150 e 250 libras (entre US$ 250 e US$ 417).O fio foi emoldurado junto a uma fotografia do “rei do rock” e possui um certificado de autenticidade.

Segundo os leiloeiros, o fio de cabelo foi adquirido inicialmente em setembro de 2002 das mãos de Thomas Morgan, que trabalhava no escritório do xerife do condado de Shelby, nos Estados Unidos, e conheceu Elvis pessoalmente.Morgan recebeu o fio de cabelo de Homer Gill Gilleland, barbeiro de Elvis por 20 anos.Gilleland costumava acompanhar o cantor em suas excursões e se encarregava de tingir e cortar seu cabelo.

Aparentemente, o cabeleireiro conservou uma grande quantidade de fios de cabelo de Elvis em uma bolsa de plástico até a morte do artista, em 1977.Após o falecimento, Gilleland começou a vender os fios em uma loja de lembranças próxima à mansão de Graceland, em Memphis (EUA), onde Elvis morou.

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‘Histórias de canções’

Publicado por Tulio em 22 outubro, 2009.

Foto: Digulgação

Livro é o primeiro da coleção “Histórias de Canções”, da editora Leya

 

Curador do site oficial de Chico Buarque, o administrador de empresas Wagner Homem tem, entre outras atribuições, ler mensagens enviadas ao cantor e compositor. Muitas delas são escritas pelos fãs, ávidos por saber como ele cria suas canções. A partir daí, Homem decidiu reunir curiosidades sobre o repertório do artista no livro “Histórias de canções – Chico Buarque” (Leya, 356 páginas, R$ 44,90).

O lançamento, que dá início às atividades da editora portuguesa Leya no Brasil, não pretende ser um estudo sócio-político ou aprofundado sobre Chico, como explica o próprio autor.”Não me meto a analisar ou interpretar as letras de Chico Buarque. Simplesmente conto histórias e ‘causos’. É um livro popular, para quem gosta de histórias e de MPB”, diz Homem.

O livro traz 26 capítulos recheados com saborosos textos sobre as principais músicas do compositor, entre 1964 e 2008. Parcerias, letras, músicos, censura… Nada parece ter ficado de fora. Nem mesmo o que poderia ter desagradado ao próprio Chico, como quando insinuou, de forma irônica, que teria mais respeito por ratos do que por mulheres.”Achei mesmo que Chico fosse vetar. Porque existe essa mística toda entre ele, as mulheres, a alma feminina etc. Mas ele não disse nada”, revelou Wagner. 
 

Quando aconteceu seu primeiro encontro com Chico Buarque?
Wagner Homem —
Profissionalmente, em 1989. Estava trabalhando na pesquisa de um livro chamado “Chico Buarque – Letra e música” (Cia. das Letras). Anos depois, em 1998, propus ao Chico fazer um site oficial, do qual sou o curador. Mas, muito antes isso, por volta de 1982, já havia tido um contato rápido com ele. Chico estava lançando um livro chamado “A bordo do Rui Barbosa”, que trazia um poema seu, escrito nos anos 60, ilustrado por Vallandro Keating. Na ocasião da publicação, fizeram um lançamento no Café Piu Piu, no Bixiga, bairro paulistano. Formou-se uma fila enorme. Lembro-me que, quando cheguei próximo à mesa, só vi a mão do Chico. Mais nada (risos).

 Como surgiu a ideia de escrever o livro?
Homem —
Depois de alguns anos administrando o site, pude perceber o quanto as pessoas procuram por estas essas pequenas histórias e curiosidades. Recebia muitas perguntas por e-mail, mais de cem por dia. Uma loucura. E nem todas podem ser respondidas. Aliás, a maior parte dos artistas não gosta de explicar a própria obra. Acontece que algumas dessas composições têm uma história, surgiram a partir de determinada circunstância. O livro é exatamente sobre isso. Mas não me meto a analisar ou interpretar as letras de Chico Buarque. Simplesmente conto histórias e “causos”, para usar aquela conhecida expressão caipira. É um livro popular mesmo, não é dirigido a estudiosos. É para quem gosta de histórias e de MPB. Produzimos, inclusive, um hot site, em que adiantamos algumas destas histórias (
www.historiasdecancoes.com.br).

Chico acompanhou o processo de criação de “Histórias de canções”?
Homem —
Quando propus o livro, ele estava escrevendo “Leite derramado”. Me avisou que não poderia me ajudar naquele momento, porque precisava de tempo para se dedicar ao romance. Mesmo assim, comecei e escrever. Quando “Leite derramado” entrou na fase de finalização, ele pôde ler o meu livro. Chico leu tudo. Fez algumas poucas observações, das quais já nem me lembro, até corrigiu erros de digitação, mas nenhuma objeção. A não ser pela primeira capa do livro, que ele não gostou (risos).

Teve receio de que alguma história não pudesse ser publicada?
Homem —
Para falar a verdade, sim (risos). É sobre a música “Ode aos ratos” [composta em parceria com Edu Lobo e gravada em "Cambaio", de 2001, e "Carioca", de 2006]. Na época em que estava compondo, Chico ligou o Paulo Vanzolini que, além de compositor, é zoólogo. Queria saber como os ratos vivem. Afinal, estava escrevendo uma homenagem a eles. Então, Paulo disse: “Ah, Chico, você mente tanto à respeito de mulher, por que você não faz o mesmo com relação aos ratos”? Chico respondeu: “É que tenho o maior respeito pelos ratos” (risos). Quem me contou isso foi a cantora Mônica Salmaso, em um show em São Paulo. Achei mesmo que Chico fosse vetar. Porque existe essa mística toda entre ele, as mulheres, a alma feminina etc. Mas não disse nada (risos).

 Boa parte do livro se concentra no período em que o Brasil foi governado pelos militares. Você acha que a censura aguçou a criatividade do Chico?
Homem —
Acho que não. Censura não faz bem a ninguém, é sempre um horror. Claro que você acaba desenvolvendo uma técnica, como diz Caetano Veloso, que te faz utilizar as frestas. Você aprende a dizer as coisas nas entrelinhas. Mas isso não é bom, não piora nem melhora a obra de um artista. Teria sido muito melhor sem a censura, porque a coisa teria corrido mais solta. E isso é seguramente melhor. A criação não teria nenhum tipo de interferência.

Existe alguma história que você tenha achado mais curiosa?
Homem —
Algumas, mas me chama muita atenção a relação entre Chico e Tom Jobim. Tom palpitava muito nas letras, era muito teimoso, o que eu acho até que acabou sendo bom pro Chico. Ele ainda era muito jovem, enquanto Tom já era um senhor, tinha mais experiência com música. Logo na primeira parceria, já apareceu um pepino. Chico escreveu a letra para “Retrato em branco e preto”. Chico fez uma pequena alteração nos versos “Pra lhe dizer que isso é pecado / Eu trago o peito tão marcado”. Trocou “peito tão marcado” por “peito carregado”. Tom topou, mas, por telefone, desistiu. “Pode significar que o cara está encatarrado” (risos).

Existe algum traço em comum que você tenha percebido no processo de criação de Chico em todos esses anos?
Homem —
Não saberia dizer. O que eu sei é que, de uns tempos para cá, compor tem sido uma atividade muito solitária para ele. Talvez essa seja uma característica presente em todas as fases da carreira de Chico Buarque. Acho que essa é uma característica.

 Por que você acha que Chico compõe cada vez com menos frequência?
Homem —
Acho que o tempo fez com que Chico se tornasse um artista mais exigente consigo mesmo. Ele se recusa a se repetir e, talvez por isso, o processo vá ficando mais demorado mesmo. Mas ele continua criando. Vem alternando a música com a literatura. Em algumas entrevistas ele afirma que convive com o medo de que, um dia, a fonte de criatividade seque. Discordo. Acho que fica mais refinada.

Fonte G1

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Herbert Vianna diz que música substitui vida sexual

Publicado por Tulio em 1 julho, 2009.

Divulgação  /.Divulgação

Herbert Vianna: vida transformada, mas tranquila com os filhos

Em uma entrevista reveladora à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, deste domingo, 14, o líder do Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna contou um pouco da vida que leva na banda e ao lado dos filhos desde que ficou paraplégico, há oito anos, em um acidente de ultraleve que matou também sua mulher.

Durante passagem pela capital paulista, onde apresentou a turnê “Brasil Afora”, Herbert contou que sempre reza com os filhos antes de dormir e que são eles que ajudam a cuidar cantor.“Antes de dormir, damos as mãos e rezamos. É muito natural e luminoso o carinho e o entusiasmo dos meus filhos. Eles lidam bem melhor do que eu com a perda da Lucy”, contou sobre Luca, 16, Hope, 12 e Phoebe, de 9 anos.O cantor falou também sobre relacionamentos e contou que os namoros que teve aconteceram em um estágio em que ainda não era ele mesmo. Estava tonto, confuso e bastante carente.“Eu dava um beijo, fazia alguma coisa. Mas não aconteceu de eu sentir alegria romântica”, diz.”Além disso, tem a questão da condição física, porque eu não tenho sensibilidade, ereção”, disse ele que afirmou ainda que sexo não lhe faz falta.

 

 

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