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Brasil é 3º maior emissor de spams

Publicado por Tulio em 31 agosto, 2010.

Spams 242x300 Brasil é 3º maior emissor de spams

O Brasil é o terceiro maior emissor de mensagem eletrônicas não solicitadas, mais conhecidos como spams, de acordo com levantamento da consultoria norte-americana Shoposo. Segundo a empresa especializada em segurança na internet, endereços brasileiros de correio eletrônico enviam 5,5% desse tipo de e-mails. O Brasil fica atrás só dos Estados Unidos, que envia 15,2% dos spams, e da Índia, com 7,7%.

O envio das mensagens não solicitdas é um dos tipos de contravenção cometida na internet. As mensagens não solicitadas muitas vezes contêm programas que permitem que criminosos acessem dados pessoais de usuários da internet e os utilizem para cometer fraudes.

O envio desses e-mails com a propagação de conteúdo malicioso é chamada de worm. O worm corresponde a 14,5% dos incidentes na internet cometidos entre abril e junho de 2010, segundo o Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br). De acordo com a entidade, as varreduras de computadores conectados à rede em busca de informação de usuários é o incidente mais recorrente. São 51,8% dos casos reportados.

O delegado da Polícia Federal Carlos Eduardo Sobral, que participou do evento desta manhã, afirma que os crimes na internet crescem à medida em que o uso do computador se populariza no Brasil. Segundo Sobral, além de ser o terceiro maior emissor de spams, o país é o quarto ou o quinto maior difusor da pornografia infantil na internet. “Ao mesmo tempo que nós nos inserimos no mundo digital, não conseguimos evitar o crescimento da criminalidade”, afirmou o delegado.

Os dados apurados pela Sophos foram apresentados hoje (31) durante o seminário Crimes Eletrônicos – A Urgência da Lei, realizado na Câmara Americana de Comércio (Ancham), em São Paulo. No evento, representantes da polícia, da Justiça, do setor empresarial e de usuários da internet debateram formas de combater os crimes online.

Agência Brasil

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Currículo em inglês deve destacar resultados

Publicado por Tulio em 30 agosto, 2010.

Untitled 1 262x300 Currículo em inglês deve destacar resultados

Currículo em inglês é mais do que uma simples tradução do escrito em português, alertam especialistas, sobretudo para quem quer disputar vagas no exterior. Para impressionar, o candidato deve focar nos seus resultados, tanto na vida acadêmica quanto na profissional.

Ter um currículo em inglês não é necessidade só daqueles que pretendem trabalhar fora do Brasil. De acordo com a consultora da DMRH Naamisis Campos, mesmo em seleções nacionais, pessoas de outros países podem ser destacadas para avaliar as habilidades descritas no currículo. “A demanda é grande para multinacionais dentro do país. E cada vez mais as pessoas se relacionam com a matriz, de maneira global, por isso, precisam do idioma”, diz.

“As empresas que estão se internacionalizando estão contratando pessoas para trabalhar lá fora. E multinacionais em outros países buscam nossos profissionais porque temos características de capacidade e flexibilidade, pois passamos por muitas crises econômicas”, destaca Irene Azevedo, consultora da DBM Brasil.

Resultados devem ser mostrados

De acordo com Naamisis, ao mencionar a experiência profissional, o candidato deve citar as atividades exercidas juntamente com os resultados obtidos. “Já na vida acadêmica pode-se colocar que atuou em um projeto dentro da faculdade, que fez trabalho voluntário, que foi até capitão do time de futebol, e os benefícios gerados com essas atividades”, sugere.

“No currículo os resultados são fundamentais, pois garantem a solidez da experiência. Podemos ser responsáveis por diversas atividades, mas o que garante que somos profissionais com valor no mercado são as realizações”, afirma Irene.

Ho Mien Mien, sócia-fundadora da Outliers, escola de idiomas focada no desenvolvimento da carreira, ensina que, na descrição das atividades e resultados deve-se começar a frase com verbo, e não com pronome pessoal. ”Coloque ‘Landed 5 new large accounts that generated extra income to the company’ em vez de ‘I landed 5 new large accounts’”, diz. Veja ao fim da página os termos equivalentes para algumas palavras-chave no currículo.

Naamisis diz que em setores que exigem conhecimentos técnicos, como a área de tecnologia da informação (TI), é recomendável mencionar os cursos realizados na área. “Se as empresas procuram por conhecimentos específicos os cursos no currículo são muito valorizados.”

Segundo a consultora, quando o candidato exerceu sempre o mesmo cargo em diferentes empresas é importante que ele coloque as atividades exercidas e os resultados em todos os empregos porque nesse caso o recrutador irá avaliar a profundidade do conhecimento em cada experiência profissional.

Disposição das informações

Em relação à disposição das informações no currículo, Naamisis diz que não existe um padrão a ser seguido. “O que importa é que as experiências profissionais sejam listadas das mais recentes para as mais antigas.”

Segundo Irene Azevedo, os tópicos do currículo em inglês podem ser listados da mesma forma que no elaborado em português. Ela recomenda colocar os dados pessoais, depois o objetivo profissional, as principais qualificações, experiência profissional, formação acadêmica, os idiomas e as informações adicionais. Nesse último caso, podem ser colocados, por exemplo, prêmios conquistados e publicações de trabalhos de especialização, mestrado ou doutorado, cursos extracurriculares (somente os relevantes), hobbies e trabalhos voluntários.

Irene ressalta que o candidato pode fazer um resumo de suas qualificações logo após o objetivo profissional para chamar a atenção do selecionar. “Aí o recrutador vai na experiência profissional para comprovar o que foi dito no sumário das qualificações.”

A consultora da DBM diz que podem ser colocadas ali as habilidades desenvolvidas nas funções exercidas e também cursos de MBA ou pós-graduação na área almejada. Outra recomendação é descrever sucintamente as empresas nas quais trabalhou porque os executivos de fora podem não conhecer as companhias brasileiras.

Evite mencionar estado civil

A especialista diz que no currículo em inglês não é recomendado colocar sexo, idade, estado civil e filhos porque essas informações são vistas como forma de discriminação no exterior.

“Como o currículo é a primeira visão que a empresa terá da pessoa, sugiro não colocar essas informações, pois não será pelo fato de ser ou não casada que a pessoa será escolhida ou eliminada do processo seletivo. Essas informações a mais só poluirão o currículo.”

Cuidado com ‘inglês fluente’

Irene diz que alguns erros de grafia ou gramaticais são relevados pelo selecionador, dependendo do cargo. “Mas se o candidato diz que é fluente ele deve ser cuidadoso para não cometer erros”, afirma. De acordo com a consultora, se o candidato coloca “good knowledge” (bom conhecimento) para descrever o nível do seu inglês, isso significa que ele será capaz de responder às perguntas feitas em inglês. Por isso, não se deve mentir na hora de colocar o grau de conhecimento da língua inglesa no currículo.

Pouca experiência

Irene recomenda ao candidato com pouca experiência que valorize a sua formação acadêmica. “Vale colocar viagens ao exterior e intercâmbios”, diz. Naamisis diz que a experiência fora do país deve ser mencionada, mesmo que seja em cargos como garçom, monitor de parque de diversão, babá ou auxiliar de limpeza, por exemplo. Nesse caso, essas experiências são colocadas na parte de atividades extracurriculares. “Vale pela experiência de vida”, diz.

Ho Mien Mien indica que sejam colocados trabalhos voluntários, hobbies, cursos extracurriculares, prêmios obtidos na faculdade, sempre com foco no que é relevante para a vaga almejada. “Nos Estados Unidos isso é muito valorizado, mas não se estenda demais, principalmente para não exceder o número de páginas no currículo”, aconselha.

Apresentação

Irene diz que a carta de apresentação do currículo ou mensagem no corpo do e-mail deve ser adaptada de acordo com o cargo almejado. “No CV sempre há um sumário das qualificações que em tópicos descrevem as principais habilidades do candidato. Na carta essas habilidades devem ser mencionadas e acrescentam-se qualidades de acordo com o objetivo profissional.”

Veja o modelo padrão recomendado pela consultora:

“I am an executive with solid professional experience in companies of Electricity Services, such as NAME and NAME.

My career was guided to companies management having performed investments of US$ 700 million and operated business of US$ 1.2 billion of annual revenue.

I have a great knowledge of senior management of companies, having been elected member of several Executive Boards with solid expertise of different business areas: Financial, Accounting, Control, Logistic, HR and Administrative.

I have obtained success in the selection, creation and conduction of high productivity teams for the overcome of results with focus on the optimization of the operations and I have also coordinated global teams guided to the business development with interchange of information and use of synergies.

Due to a strong leadership in commercial and legal negotiations, I have successfully developed international and financing agreements.

I have degrees in Civil Engineering and Business Administration with MBA at BSP in partnership with University of Toronto. I am Fluent in English and I have good knowledge of Spanish.

Attached you will find my résumé and I am at your disposal to better detail my professional e personal skills”.

CONHEÇA PALAVRAS EQUIVALENTES EM INGLÊS PARA TERMOS DE CURRÍCULO

Melhorei Improved

Economizei Saved

Gerei Generated

Realizei Accomplished

Trouxe novos clientes Landed new customers

Criei Created

Implementei Implemented

Gerenciei Managed

Maiores realizações Major accomplishments

Receita Revenue

Lucro Profit

Custo Cost

Estágio Internship

Estagiário Intern

Formação Acadêmica Education background

Experiência Profissional Professional experience (ou background)

Objetivo Objective

R$ 500 mil R$ 500 K

ONG NGO

Trabalho voluntário Volunteered work

Curso extracurricular Extracurricular course

Fonte: Ho Mien Mien, sócia-fundadora da Outliers

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Pesquisa mostra que mulheres começam a fumar antes que homens

Publicado por Tulio em 30 agosto, 2010.

Mulher fumando 22 Pesquisa mostra que mulheres começam a fumar antes que homens

Em pesquisa feita para marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou nesta segunda-feira (30) que no Brasil, entre os cerca de 25 milhões de fumantes, as mulheres começam a fumar mais cedo do que homens. No entanto, de acordo com o Inca, elas param de fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens.

Segundo dados da Pesquisa Especial de Tabagismo, entre os jovens, os homens fumam 2,5 mais do que as mulheres. E entre as outras faixas etárias da população essa proporção é menor.

De acordo com a pesquisa, há no Brasil cerca de 25 milhões de fumantes com idade igual ou superior a 15 anos de idade. No entanto, de acordo com o Inca, houve queda no consumo de tabaco nas últimas décadas. De acordo com a pesquisa, 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos últimos 12 meses, o que correspondeu a cerca de 12 milhões de pessoas.

De acordo com o Inca, o estudo tem como objetivo fornecer informações para subsidiar a política nacional de controle do tabaco.

Cigarro na economia

A pesquisa revela que o cigarro, um dos principais fatores de risco para o câncer, também causa forte impacto no orçamento doméstico. De acordo com o estudo do Inca, uma família composta por um casal de fumantes, entre 45 e 64 anos, residente em uma cidade do Sudeste do país gasta, por mês, somente com a compra de cigarros, R$ 128,60. Por ano, a despesa chega a R$ 1.543,20.

De acordo com o Inca, o estudo foi realizado como parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD 2008), do IBGE.

Segundo a pesquisa, o gasto com cigarro para um casal de fumantes de qualquer região do país chega a R$ 1.495,20 por ano. O Inca comparou o valor gasto em cigarros com o que seria gasto para comprar uma TV de LCD de 32 polegadas, um computador, ou uma geladeira duplex.

Todos os valores foram calculados com base em 2008. Naquele ano o valor do salário mínimo era R$ 415, o que levaria esse gasto com cigarro a quase quatro salários mínimos por ano.

De acordo com o Inca, segundo o Banco Mundial e o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, tabaco e pobreza formam um ciclo vicioso, que atrasa o desenvolvimento dos países.

Os maiores percentuais de fumantes no Brasil, entre ambos os sexos, foram encontrados entre a população sem instrução (25,7%) e entre as pessoas de menor renda (21,3%), o que correspondia à população que ganhava menos de meio salário mínimo por mês.

Jovens não procuram ajuda para deixar de fumar

A pesquisa fala que a geração de brasileiros nascida a partir da década de 80 começa a fumar, em média, aos 17 anos. No Nordeste e no Centro-Oeste, começa-se ainda mais cedo: antes dos 15 anos de idade. O estudo revela ainda que a proporção de jovens do sexo feminino que começa a fumar antes dos 15 anos de idade é 22% maior do que a dos homens, em todas as regiões do país.

A pesquisa revela ainda que os jovens são a parcela da população que menos procurou ajuda para deixar de fumar, apesar de 48% das pessoas dessa faixa etária terem relatado sucessivas tentativas de parar de fumar nos últimos 12 meses.

A pesquisa foi feita em pouco mais de 51 mil domicílios, entrevistando fumantes, não fumantes e ex-fumantes. O trabalho, que, de acordo com o instituto, é a mais completa pesquisa feita sobre tabagismo no Brasil, foi realizado em outros 13 países. Internacionalmente, a pesquisa é conhecida como Global Adult Tobacco Survey (Pesquisa Global de Tabagismo).

Jovens e o tabaco

O Inca destacou como uma das informações mais relevantes da pesquisa em relação à juventude a constatação de que os jovens são mais sensíveis à propaganda pró-tabaco do que os adultos: 48,6% dos jovens relataram ter percebido propaganda pró-tabaco ante 38,7% dos adultos. Para o instituto, esse resultado pode indicar que existe um esforço da indústria para atingir os indivíduos com 24 anos de idade ou menos nas ações de promoção e propaganda de produtos do tabaco. E fortalece a necessidade de criar estratégias de informação sobre controle do tabaco junto aos jovens por meio de formatos e conteúdos diversificados.

Os jovens relataram na pesquisa um nível de dependência à nicotina elevada ou muito elevada cerca de 50% inferior ao dos adultos, o que mostra a importância do estímulo à cessação entre essa população, e principalmente da prevenção, para evitar que comecem a fumar.

O nível de dependência foi medido por meio de duas perguntas: o número de cigarros fumados por dia e o tempo que a pessoa leva para acender o primeiro cigarro após acordar. O cruzamento dessas respostas determinou o nível de dependência que pode ser baixa, elevada ou moderada.

No período pesquisado, os jovens foram 10% mais expostos ao fumo passivo em locais públicos do que os adultos.

De modo geral, segundo o Inca, os dados demonstraram a necessidade de explorar melhor as ações de controle do tabagismo entre a população de 15 a 24 anos. Exemplo: os jovens percebem menos a propaganda antitabaco veiculada por meio do rádio. Essa constatação aponta para a necessidade de adaptar a linguagem do rádio a esse público. É também preciso reforçar as mensagens sobre prevenção e cessação tanto em rádio quanto em TV.

Cigarro em locais públicos

A pesquisa confirmou para o Inca a urgência de reforçar as recomendações da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco. O Inca informou que a convenção é o primeiro tratado de saúde pública da história, ratificado por 168 países-membros da Organização Mundial de Saúde, de um total de 192. O texto determina, por exemplo, ações específicas de proteção ao tabagismo passivo.

A pesquisa ainda apontou que uma em cada cinco pessoas foram expostas à fumaça do cigarro em locais públicos em geral, sem incluir o local de trabalho, o que correspondeu a cerca de 26 milhões de pessoas, das quais 22 milhões eram não fumantes.

“É preciso que a legislação em vigor, que ainda permite fumódromos, seja alterada para impedir 100% o uso de produtos do tabaco que emitem fumaça em ambientes coletivos e fechados”, alertou Liz Maria de Almeida, gerente de Divisão de Epidemiologia do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Ainda de acordo com o estudo, do total de pessoas de 15 anos ou mais, 96,1% acreditavam que fumar poderia causar doenças graves. Outro dado em destaque é a elevada percepção da relação entre o uso de tabaco e o câncer de pulmão: 94,7% do total das pessoas entrevistadas, sendo 90,6%, fumantes e 95,6%, não fumantes.

Outro problema grave é o tabagismo passivo. “Quanto mais cedo, uma pessoa é exposta ao cigarro em ambientes com fumantes, maior a possibilidade de vir a desenvolver câncer na vida adulta”, conclui o cirurgião torácico e diretor do Hospital do Câncer I, Paulo de Biasi.

Fonte G1

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Brasil cresce 8,4% no 1º semestre, maior ritmo desde 1995

Publicado por Tulio em 29 agosto, 2010.

EconomiaBrasileira Brasil cresce 8,4% no 1º semestre, maior ritmo desde 1995

A economia brasileira cresceu 8,4% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2009, segundo pesquisa da empresa de análise de crédito Serasa Experian. Trata-se da maior taxa de expansão desde os 9,5% registrados para o período em 1995.

A pesquisa destaca que a economia brasileira cresceu 2,7% no primeiro trimestre de 2010, e que esse ritmo perdeu fôlego no segundo, com crescimento de 0,6% em relação ao período de janeiro a março. Mesmo assim, o desempenho foi forte na comparação com o primeiro semestre de 2009.

A atividade da indústria foi a que puxou a expansão do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um país) para cima. O setor agropecuário também teve desempenho satisfatório, com crescimento de 7,5% no primeiro semestre. Já o setor de serviços teve alta mais modesta, de 5,5% frente aos seis primeiros meses de 2009.

Segundo a pesquisa, o crescimento econômico brasileiro só não foi maior porque as importações – que têm efeito negativo no PIB – cresceram 37,7% no acumulado do primeiro semestre de 2010 frente ao mesmo período do ano passado.

As exportações de bens e serviços, por sua vez, conseguiram crescer 10,9% nos seis primeiros meses de 2010 – apesar do cenário externo pouco favorável e do câmbio valorizado. O consumo das famílias – item que mais influencia o PIB brasileiro – avançou 7,9% no primeiro semestre.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, no entanto, o ritmo de 8,4% atingido pela economia brasileira durante o primeiro semestre “dificilmente” irá se repetir na segunda metade deste ano.

- Primeiro porque, como o país saiu rapidamente da recessão no ano passado, a base de comparação [o PIB do segundo semestre de 2009] já é mais elevada. Segundo, porque os estímulos fiscais à aquisição de veículos e outros bens duráveis já não estão mais em vigor. Terceiro, porque as taxas de juros estão mais elevadas, pela atuação do Banco Central; e, por fim, vários países desenvolvidos passaram, recentemente, a apresentar novos sinais de enfraquecimento econômico, cenário que dificilmente deverá ser revertido no curto prazo.

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Momento Manguaça Cultural

Publicado por Tulio em 25 agosto, 2010.

bebum Momento Manguaça Cultural

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.

Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.

Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.

O que fazer agora?

A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.

No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.

Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

Resultado: o ‘azedo’ do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.

Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome ‘PINGA’.

Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ‘ÁGUA-ARDENTE’

Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.

E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.

(História contada no Museu do Homem do Nordeste).

* Não basta somente beber, tem que conhecer!

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013 Quase 60 mil brasileiros são vítimas do tráfico de pessoas por ano

A cada ano, cerca de 60 mil brasileiros são vítimas das redes internacionais de tráfico de pessoas e têm como principais destinos a Espanha, Portugal e Suíça, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (18) pela Secretaria Nacional de Justiça (SNJ), ligada ao Ministério da Justiça. A grande maioria das vítimas, segundo os dados oficiais, são mulheres de famílias de baixa renda com 18 a 25 anos de idade. Nos destinos, elas costumam ser obrigadas a se prostituir.

“Os traficantes mantêm o poder sobre elas, que devem as passagens, a estadia e a alimentação, fazendo com que se submetam ao que eles querem”, disse coordenador nacional de enfrentamento ao tráfico de pessoas da SNJ, Ricardo Lins, à “Agência Brasil”.

A ONU diverge dos dados da secretaria e estima que 100 mil pessoas sejam vítimas do tráfico de pessoas no Brasil a cada ano. Segundo Lins, as Nações Unidas incluem em sua estatística pessoas que deveriam ser catalogadas como imigrantes ilegais e não como vítimas do tráfico de pessoas.

De acordo com a Agência Brasil, a SNJ enviará neste semestre técnicos aos estados do Acre, Ceará, Pará, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, São Paulo e Bahia para mapear o problema.

Fonte Agencia EFE

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Brasileiro está mais otimista e entusiasmado

Publicado por Tulio em 18 agosto, 2010.

chinelo ii1 175x300 Brasileiro está mais otimista e entusiasmado

O brasileiro passou de “preocupado e revoltado”, em 2008, para “otimista e entusiasmado”, em 2009, segundo a pesquisa Observador Brasil 2010, divulgada nesta quarta-feira (18) pela Cetelem – financeira do grupo francês BNP Paribas. Desenvolvido em parceria com a Ipsos-Public Affairs, o estudo, realizado anualmente, faz uma radiografia do comportamento de consumo do brasileiro.

Este é o quinto ano que a pesquisa é feita no Brasil. No estudo deste ano, em uma escala de 0 a 10, a situação geral do país foi avaliada com nota 6,24, a melhor média comparando os 13 países onde a Cetelem promove sua pesquisa. A Rússia, por exemplo, foi o segundo país com melhor nota e recebeu 5, seguido de Bélgica, com 4,9.

A avaliação do Brasil em 2009 é a melhor desde 2005, ano em que a pesquisa começou a ser realizada no país e quando o Brasil foi avaliado com nota 4,72.

Os dados do Observador Brasil 2010 apontam que para 40% dos entrevistados, o “otimismo” foi, pela primeira vez, a palavra que melhor descreve o futuro, passando “preocupação”, que ficou com 35%.

Apesar do otimismo, porém, ainda constam como principais preocupações do brasileiro questões como inflação, desemprego, renda pessoal, situação financeira, endividamento e compra de bens de maior valor.

Sobre as percepções para os próximos 12 meses, 57% dos entrevistados acreditam que sua situação financeira vai melhorar. Na pesquisa anterior, este indicador havia sido apontado por 48% dos entrevistados. Da mesma forma, subiu a percepção de melhora do padrão de vida: em 2008, 49% dos entrevistados confirmaram este indicador contra 57% na última pesquisa.

Foram entrevistadas 1.500 pessoas, entre os dias 18 e 29 de dezembro de 2009, em 70 cidades diferentes.

Fonte G1

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16082010g00009 300 Em homenagem póstuma, Vinicius de Moraes é promovido a embaixador

Lula cumprimenta a bisneta de Vinicius de Moraes

O poeta e compositor Vinicius de Moraes foi promovido a embaixador nesta segunda-feira (16), em uma homenagem póstuma realizada pelo Itamaraty. A reintegração de Vinícius à diplomacia coincide com o aniversário de 30 anos de sua morte.

Em 1969, durante a ditadura militar, ele foi aposentado compulsoriamente da carreira diplomática quando era 1º secretário. A “expulsão” do Itamaraty foi conseqüência do Ato Institucional nº 5 (AI-5), que exigia o desligamento de “bêbados, homossexuais e vagabundos”. Nesta noite, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a aposentadoria prematura de Vinicius de “aberração”.

“O que estamos fazendo aqui é quase que um processo de reparação. O Vinicius era um ser superior que, mesmo cassado, continuou crescendo”, disse. Durante a homenagem, Lula voltou a dizer que é preciso valorizar os “heróis” ao invés de “se preocupar” com quem praticou torturas e assassinatos durante a ditadura.

“Muitas vezes no Brasil, deixamos de exaltar quem foi vítima no período do autoritarismo e ficamos preocupados com quem prendeu, quem matou. E com isso gente esquece de valorizar os nossos heróis”, disse. O presidente afirmou ainda sentir “inveja” de Vinicius pela forma como ele viveu a vida. “Não conheço alguém que tenha sabido viver a vida como o nosso Vinicius viveu”.

Lula afirmou ainda que gostaria de ter sido convidado para as tardes de música na casa do compositor e criticou o fato de as pessoas hoje morarem, segundo ele, “cercadas por muros e medo”. “Hoje as pessoas não tem mais coragem de convidar alguém para o trago.Um trago para conquistar, não para embebedar”, disse. “Elas vivem cada vez mais cercadas por muros, seguranças, cercadas de medo. A gente vai se distanciando”, afirmou.

Segundo o presidente, Vinicius tinha o “dom” de não conviver com pessoas “chatas”.

“O Vinicius tinha o dom de saber escolher pessoas boas para conviver e não viver com gente chata”. Já o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que ao banir Vinicius da diplomacia, o Itamaraty “se diminuiu, pois perdeu a grandeza” do compositor. Em discurso, o ministro afirmou ainda que, como diplomata, Vinicius era “inteligente, preparado e competente”.

Durante a homenagem, a filha do poeta, Georgiana Moraes, a neta dele, Mariana, e a cantora Miúcha fizeram uma apresentação musical. O repertório contou com as canções, “Pela luz dos olhos teus” e “Coisa mais linda”, compostas por Vinicius.

Fonte G1

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newyork statue of liberty Programa levará professor de inglês da rede pública para curso nos
EUA

Professores de língua inglesa da rede pública de ensino de todo o país podem se inscrever para um programa que prevê um curso intensivo de oito semanas na University of Oregon, em Eugene, nos Estados Unidos, de janeiro a março de 2011. São 20 vagas. As inscrições podem ser feitas até 27 de setembro, pelo site www.fulbright.org.br.

O programa é uma parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Embaixada dos Estados Unidos e a comissão para intercâmbio educacional entre os Estados Unidos e o Brasil, a Fulbright.

A escolha dos professores, segundo a Capes, será feita por meio de análise de documentos e mérito que vai identificar potencial de liderança, entre outras virturdes do candidato; além de entrevista, por telefone, onde ele terá de justicar o interesse pela vaga.

O curso intensivo terá duração de oito semanas na University of Oregon nos Estados Unidos e duas semanas no Brasil para a conclusão do projeto. O programa inclui despesas com alojamento, alimentação e deslocamento.

Para concorrer é necessário ter nacionalidade brasileira, bacharelado ou licenciatura em língua inglesa, além de atuar como professor efetivo na rede pública de ensino no ensino de língua inglesa.

A previsão é de que o resultado seja divulgado em novembro.

Esse é o primeiro projeto de cooperação internacional estabelecido pela Capes voltado aos profissionais da educação básica. Desde 2007, a Capes ampliou suas atividades e passou a ser responsável não apenas pela pós-graduação stricto sensu, mas pela formação de recursos humanos qualificados para a educação básica.

Mais informações podem ser obtidas telefones (61) 2022-6664/6564 ou encaminhadas para os e-mails thai...@capes.gov.br e fernanda.litvin@capes.gov.br.

Fonte G1

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História do Dia do Índio

Publicado por Ed Torres em 19 abril, 2010.

Índio do Brasil

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Origem da data

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.

Comemorações e importância da data

Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais.

Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.

Índios do Brasil

Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, aproximadamente. Estes índios  brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região  do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia).

Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas  indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas. Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural.

A sociedade indígena na época da chegada dos portugueses.

O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas  eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam  naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral ) e também aos  documentos deixados pelos padres jesuítas.

Os indígenas que habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão,  abóbora, bata-doce e principalmente mandioca. Esta agricultura era praticada de forma bem rudimentar, pois  utilizavam a técnica da coivara (derrubada de mata e queimada para limpar o solo para o plantio).

Os índios domesticavam animais de pequeno porte como, por exemplo, porco do mato e capivara. Não conheciam o  cavalo, o boi e a galinha. Na Carta de Caminha é relatado que os índios se espantaram ao entrar em contato pela primeira vez com uma galinha.

As tribos indígenas possuíam uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas. O contato entre as tribos  acontecia em momentos de guerras, casamentos, cerimônias de enterro e também no momento de estabelecer  alianças contra um inimigo comum.

Os índios faziam objetos utilizando as matérias-primas da natureza. Vale lembrar que índio respeita muito o meio  ambiente, retirando dele somente o necessário para a sua sobrevivência. Desta madeira, construíam canoas, arcos e  flechas e suas habitações (oca). A palha era utilizada para fazer cestos, esteiras, redes e outros objetos. A cerâmica  também era muito utilizada para fazer potes, panelas e utensílios domésticos em geral. Penas e peles de animais  serviam para fazer roupas ou enfeites para as cerimônias das tribos. O urucum era muito usado para fazer pinturas no  corpo.

A organização social dos índios

Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo  tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua  tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho  a tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela  comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca,  guerra e derrubada das árvores.

Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece  todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura.  O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios.

A educação indígena é bem interessante: os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprendem desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar,  costuma levar o indiozinho junto para este aprender. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada a realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge os 13 os 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para  ingressar na vida adulta.

Os contatos entre indígenas e portugueses

Pero Vaz de Caminha relata a troca de sinais, presentes e informações. Quando os portugueses começam a explorar o  pau-brasil das matas, começam a escravizar muitos indígenas ou a utilizar o escambo. Davam espelhos, apitos, colares  e chocalhos para os indígenas em troca de seu trabalho.

Interessados nas terras, os portugueses usaram a violência contra os índios. Para tomar as terras, chegavam a matar  os nativos ou até mesmo transmitir doenças a eles para dizimar tribos e tomar as terras. Esse comportamento violento  seguiu-se por séculos, resultando no pequenos número de índios que temos hoje.

A visão que o europeu tinha a respeito dos índios era eurocêntrica. Os portugueses achavam-se superiores aos  indígenas e, portanto, deveriam dominá-los e colocá-los ao seu serviço. A cultura indígena era considera pelo europeu como sendo inferior e grosseira. Dentro desta visão, acreditavam que sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura européia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.

Canibalismo

Algumas tribos eram canibais como, por exemplo, os tupinambás que habitavam o litoral da região sudeste do Brasil.  A antropofagia era praticada, pois acreditavam que ao comerem carne humana do inimigo estariam incorporando a  sabedoria, valentia e conhecimentos. Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas fracas ou covardes. A prática do canibalismo era feira em rituais simbólicos.

Religião Indígena

Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas. O pajé  era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o  corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que  estas tribos acreditavam numa vida após a morte.

Principais etnias indígenas brasileiras na atualidade e população estimada

Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Guajajara (14.000),  Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700).


Fonte: Funai (Fundação Nacional do Índio).

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