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Ciúme? Só um pouquinho

Publicado por Tulio em 2 setembro, 2010.

7jhhjr8pcdf9xw9uwjojxm5fm Ciúme? Só um pouquinho

O ciúme está presente em quase todas as relações

Foto: Getty Images

Lugares-comuns como os que dizem que o ciúme é “tempero” ou “prova” de amor partilham pelo menos duas coisas: muito apoio popular e nenhum respaldo científico. Todo mundo já ouviu que o sentimento que corrói os namorados que se sentem ameaçados não representa nada e, em geral, só faz mal. Mas isso não significa que as pessoas simplesmente abram mão dele. Tem quem provoque ciúme no parceiro só para se sentir querido. Tem quem reclame que o outro não se queixa dos olhares interessados que atrai. Quando o assunto é ciúme, as coisas são mais complicadas do que simplesmente certo e errado.

O psicólogo especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida lembra que não, em nenhuma hipótese o ciúme significa necessariamente amor. Mas também acredita que não basta conhecer o conceito para determinar o comportamento das pessoas, visto que na prática não é assim que os casais vivem. “Aqui no Brasil as atitudes de ciúme são benquistas pelas pessoas, servem de termômetro do relacionamento. Mas costuma se tornar um problema para a relação”, diz. “A valorização do ciúme é totalmente cultural. Ao longo dos tempos, essas manifestações sempre foram malvistas e até sintoma de patologia”, completa ele. Mas depois do romantismo, isso mudou. E só negar o ciúme não adianta nada.

A publicitária Carmen Oliveira Santos, 31 anos, admite que adora ver o namorado se sentindo ameaçado. Ela repete o discurso de que ciúme demais atrapalha, mas que um parceiro muito seguro a deixa desconfortável. “Admito que às vezes faço questão de contar histórias sobre amigos, por exemplo, só para ver a reação dele. Gosto quando ele reclama”, conta. Cruel? Paulo Otávio Menezes, o namorado, acredita que sim. “Quando não é joguinho e eu realmente fico com ciúme, ela reclama. Se não fico, ela reclama. Se peço para ela não usar uma roupa, ela se ofende. É difícil acertar e ainda lidar com o ciúme que eu realmente sinto”, desabafa.

Thiago conhece bem o paradoxo que a valorização da ideia do ciúme e os desgastes reais de sua manifestação criam nos relacionamentos. O psicólogo conta a história de um casal que o procurou por causa do ciúme excessivo do homem. Com o tratamento, o paciente passou a entender melhor seu sentimento e não demonstrava mais tanto incômodo. Quem ficou ciumenta, então, foi ela, insegura com o novo comportamento do marido.

Como lidar com o ciúme

Como é muito difícil haver um casal em que os dois estejam totalmente livres do ciúme e do gostinho de ver o outro enciumado, o melhor é aprender a lidar com o sentimento. Thiago Almeida explica quando a falta de ciúme pode ser, sim, um sinal de que as coisas vão mal. E conta que existe uma faceta positiva para o sentimento.

Segundo o psicólogo, é normal que as pessoas invistam mais no parceiro no início do relacionamento e que depois de algum tempo a intensidade diminua. Mas, lembrando que ciúme nunca é sinônimo de amor, ele diz que um parceiro ciumento, que deixa de se importar, pode ser corretamente interpretado como desinteressado. “Você pode perceber nitidamente que a mulher avalia mais a relação passado/presente do que o homem. Existe uma correspondência direta na manifestação de interesse do outro, que pode ser uma representação de possessividade apenas. Mas, se existia ciúme e míngua, pode ser sim sinal de desinteresse”. Neste caso, achar que a falta desse sentimento é um problema pode ser um diagnóstico correto.

Mas em geral, sentir, cobrar e manifestar ciúme são atitudes que só atrapalham a relação. Quando Carmen Oliveira se torna a ciumenta do casal, Paulo reclama. E pior: diz que ela acaba abrindo os olhos dele para mulheres que nem tinha notado. O psicólogo concorda. “Os parceiros ciumentos acabam sensibilizando o outro para interesses que eles não tinham”, diz. Tiro pela culatra.

O segredo, mais uma vez, é evitar manifestações mais agressivas, como regular roupas e lugares. “O que não pode é o outro assumir o seu livre-arbítrio, e o que é pior, supostamente autorizado pelo amor. Isso já é sinal de violência amorosa”.

Mas, se o ciúme for inevitável, Thiago dá um conselho para usá-lo a favor do relacionamento. “Tem sim a possibilidade de trazer algo que acrescente. Quando você percebe que existem coisas que faltam em você e podem ser motivo para o parceiro debandar para uma relação paralela, pode investir para melhorar a si mesmo e a relação. Se ela gosta de homens malhados, por exemplo, ele pode caprichar na academia, se ele gosta de mulheres bem vestidas, ela pode se arrumar para ele”, ensina. No fim, talvez seja verdade que quem ama, cuida. Nem que seja de si mesmo.

Fonte iG

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Pesquisa aponta que fumantes são menos inteligentes

Publicado por Tulio em 20 abril, 2010.

 Pesquisa aponta que fumantes são menos inteligentes

Médicos acreditam que a decisão de fumar está ligada a uma menor capacidade intelectual. Pesquisa publicada na Grã-Bretanha sugere que fumantes têm QI mais baixo do que não-fumantes.

Os pesquisadores constataram que os QIs mais baixos eram daqueles que fumavam mais cigarros por dia. Além dos danos à saúde já conhecidos, fumar afeta também o desempenho intelectual.

Um artigo publicado na revista britânica “Addiction”, uma das mais prestigiadas sobre tabagismo, dá destaque a outro fator de risco: segundo a pesquisa, jovens menos inteligentes estão mais propensos a começar a fumar.

Foram pesquisados 20 mil recrutas das Forças Armadas de Israel, com idade entre 18 e 21 anos. O QI deles estava dentro da faixa considerada normal, mas, enquanto os não-fumantes tinham QI médio de 101, o dos que fumavam era de 94.

Os pesquisadores constataram que os QIs mais baixos eram daqueles que fumavam mais cigarros por dia. Uma conclusão polêmica.

“Eu estudo normalmente como sempre estudei, tiro minhas notas boas na faculdade como sempre, fumando ou não fumando”, diz um universitário. “Não é uma atitude inteligente, mas também eu não me considero um burro por fumar”, acrescenta outro estudante.

Gêmeos

Esse não é o primeiro estudo que relaciona o fumo ao QI mais baixo. A diferença é que entre os jovens pesquisados havia 140 gêmeos, irmãos com características genéticas semelhantes, que cresceram no mesmo ambiente, tiveram a mesma educação, mas fizeram escolhas diferentes em relação ao cigarro. Também entre os gêmeos quem fumava tinha o QI menor.

A explicação é simples, diz a psiquiatra Célia Lídia da Costa: “elas têm uma dificuldade maior de compreensão do que está sendo veiculado a respeito do cigarro”.

Mas qual a razão de muita gente fumar mesmo sabendo dos riscos? “Eu sei que causa câncer. Em homem, impotência”.

O médico Sérgio Ricardo dos Santos lembra que ter pais ou amigos que fumam pode ser mais determinante do que a inteligência para o hábito de fumar. Lembra que gênios da música, como Vinícius e Mozart, eram fumantes. Mas faz um alerta: o QI de quem fuma pode diminuir com o tempo.

“Não é possível afirmar que o tabagismo traga burrice às pessoas. A única coisa que ele faz é expor as pessoas a ter uma perda de memória e dificuldade de aprendizado, de compreensão durante a vida”, diz.

Fonte G1

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monica burgos bruce reprod Marido de brasileira morta no México ‘teve caso’, diz jornal americano

Uma mulher bonita e bem-sucedida descobre a traição do marido, um conhecido produtor de televisão. Para tentar salvar o casamento, propõe uma viagem de reconciliação que termina em um brutal assassinato. Parece roteiro de filme policial, mas foi o que aconteceu com Mônica Burgos, uma brasileira que morava há 20 anos em Los Angeles, nos Estados Unidos, e que foi encontrada morta no México esta semana.

Em Los Angeles, o bolo para a comemoração dos 42 anos de Mônica foi encomendado pelos amigos. No lugar da festa, velas, flores e uma oração.No dia do aniversário de Mônica – quinta-feira (8) – o corpo dela foi encontrado em uma cisterna de água num hotel de luxo, em Cancún, México, onde ela passava férias com o marido, o produtor de TV Bruce Bereford-Redman, e os filhos do casal – uma menina de cinco e um menino de três anos.

Assim que soube da morte da irmã, Jeanne, que também mora em Los Angeles, foi ao México para acompanhar as investigações.A polícia diz que Mônica levou um golpe na cabeça e foi estrangulada.

Bruce é o principal suspeito.

Ele apareceu na delegacia com marcas de arranhões no pescoço e manchas de sangue na camisa. Foi preso na hora, mas solto dois dias depois com a ajuda de advogados. Mesmo assim, está proibido de sair do país. Jeanne voltou aos Estados Unidos na noite de sábado. “Eu quero respostas para coisas que parece que para mim já têm respostas, mas parece que para a Justiça ainda precisa de mais respostas.”

Cinco anos depois de chegar aos Estados Unidos, Mônica virou uma das donas de um bar, o Zabumba, que na época não era muito conhecido. Mas, aos poucos, a brasileira transformou o lugar num dos pontos de referência para brasileiros na cidade. Não era só por causa da comida, das festas e da música. Nas mãos de Mônica, o Zabumba também era um porto seguro para brasileiros que chegavam a Los Angeles.

“A minha primeira chance de trabalho foi aqui. A Mônica me deu trabalho e me ajudou demais por seis anos. Eu tinha um filho pequeno, ela deixava eu trazer o meu bebê para trabalhar junto comigo”, contou a produtora de eventos Gisele Leyba.

“Esse lugar não era apenas um restaurante. É um ponto de encontro de todos os amigos brasileiros”, disse a professora Joana Wozniak. O caso atraiu a atenção de emissoras americanas por causa do trabalho de Bruce na televisão.Mas quando ele conheceu Mônica, há 12 anos, estava desempregado e a carreira na TV não passava de sonho.“Eles não conheceram o Bruce que era pobre quando casou com ela. E ela ajudou a levantar o cara”, declarou Marcelo Gomes, empresário e amigo de Mônica.

Quando Bruce passou a ser um produtor de TV bem-sucedido, o padrão de vida do casal melhorou muito. Eles compraram, por exemplo, uma casa avaliada em US$ 1,5 milhão, mas o relacionamento dos dois não ia bem. Mônica desconfiava de Bruce. E há quatro meses descobriu que ele tinha um caso amoroso com uma colega de trabalho.Mônica instalou gravadores no carro de Bruce. E tinha acesso aos e-mails dele.

Sempre que encontrava mensagens enviadas para a amante, mandava cópias para as amigas.“Na carta ele até fala que deixaria os filhos. Eu escutando isso de um cara, por que eu tenho de estar ao lado desse cara? Como é que eu vou conseguir dormir com esse cara?”, contou Neide de Lima, sócia e amiga de Mônica. Ela diz que aconselhava Mônica a sair. “Ela dizia: ‘Neide, a gente tem que tentar’.”

A última semana antes da viagem para Cancun foi cheia de estranhas coincidências. Segundo a amiga, o destino original da viagem era Dubai e Mônica pagaria as despesas.Mas em cima da hora, Bruce mudou os planos e apareceu com passagens pagas por ele para Cancún.“Ele chegou e disse que antes de viajar eles tinham que fazer um seguro de vida. Eles não iam viajar sem fazer um seguro de vida. Agora, sabendo que aconteceu isso, parece premeditado, não parece?”

O corpo de Mônica deverá ser liberado nesta segunda-feira (12) pela polícia mexicana, que já informou ter feito tudo o que podia em relação à perícia.Jeanne disse que Bruce já providenciou a cremação do corpo.“A gente quer uma perícia, a gente quer que o FBI requeira o corpo para a gente poder trabalhar no corpo, para a gente poder ver onde é que estão os resultados, as marcas daquilo que foi feito com a minha irmã.”

Os filhos do casal estão em Los Angeles, sob a guarda dos pais de Bruce, e não sabem ainda o que aconteceu. “O estrago já foi feito, o dano já foi feito, é irreparável porque os meus sobrinhos vão ter problema para o resto da vida por causa disso. “Eles não sabem e eu não sei como vai ser para dizer porque ela tem cinco e ele tem três”

A mãe de Mônica e Jeanne, dona Ely, voa nesta segunda (12) para os Estados Unidos para acompanhar as filhas na tentativa de descobrir e entender o que aconteceu com Mônica na noite do dia 4 de abril, no quarto do hotel em Cancún.

Fonte G1

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Almas boas do Bem

Publicado por Tulio em 9 abril, 2010.

logo Almas boas do Bem

Diante da proximidade da conclusão de nossa sede social, que vai albergar nossos projetos hoje espalhados por vários ambientes no bairro de Mãe Luiza, é necessário que tenha início mais uma etapa nesta maravilhosa trajetória em prol de trazer ao plano material este equipamento do bem que visa oferecer uma luz para muitos jovens em situação de risco constante.

 Estou enviando o quadro com as necessidades para autoridades públicas estaduais e municipais, empresários, lojistas e recorrendo a vocês, amigos da Casa do Bem. Caso consiga as coisas através de uma destas fontes, comunico e, se tiver material em quantidade maior ao que podemos comportar, podemos transferir para outras entidades que, certamente farão bom uso dos equipamentos ou ver outra maneira de resolver o assunto.

 Temos situação jurídica normal com aprovação da Casa do Bem no Conselho Municipal de Assistência Social, CNPJ e somos de utilidade pública municipal e estadual. Se alguém de fora de Natal quiser fazer doação de uma cadeira de plástico, por exemplo, pode depositar em nossa conta no Banco do Brasil, agência 1668-3 – conta 26847-X, avisando por e-mail sobre o depósito, que direcionaremos com a finalidade combinada.

 Abaixo a relação das necessidades para possível doação do bem. No caso da doação para o novo prédio, pedimos que sejam coisas novas ou semi-novas, como o uso é constante, coisas muito usadas não terão serventia.

Quem quiser visitar a obra ligue para Flávio Rezende, fone 9902 0092 e agende com ele. A Casa do Bem fica na rua João XXIII, 1719 – entre os motéis Rarus e Caribe, em Mãe Luiza, a rua principal do bairro, com a visita podendo ser sozinho também, sem problemas.

 Necessidades materiais da Casa do Bem:

 - Sistema de segurança eletrônica para o prédio;

 - Cadeiras de plástico com encosto para os braços. Nossa necessidade total, para todas as salas é de 1.000 cadeiras, incluindo o auditório.

 - 20 armários para guarda de documentos diversos e outras utilidades;

 - 10 birôs com finalidades diversas;

 - 04 quadros negros ou brancos;

 - 02 retro-projetores;

 - 02 equipamentos de som com caixas de potência média;

 - 05 equipamentos de som pequenos com AM, FM e CD;

 - 01 tablado para o palco medindo 6 X 5m;

 - 04 sofás para administração e sala do psicólogo, além do corredor.

 - 20 computadores para a administração da Casa do Bem e futuros cursos de informática.

 - 20 impressoras;

 - 20 cadeiras para uso diante dos computadores;

 - 20 bancadas para computadores que comportem impressora;

 - 20 fontes para computadores;

 - 3 gelágua;

- 30 ventiladores de parede. Não é de teto;

 - 04 ares-condicionados ou splint:

 - Equipamento para cozinha, talheres (200), armário (2), pratos (200), copos (200) etc;

 - 02 fogões com seis bocas;

 - 03 geladeiras;

 - 03 freezers – vertical ou horizontal;

 - Mesa para cozinha com seis cadeiras;

 - Avental, batas, touca (10 de cada item);

 - Material administrativo – resmas de papel A4, lápis, canetas.

 - Camisas para fardamento único a ser utilizado dentro da Casa do Bem para jovens assistidos – 800 (oitocentas camisas).

 Grato pela análise do pedido deixo votos de paz e luz,

 Flávio Leite Dantas de Rezende ( Presidente da Casa do Bem )

 CIC 307.450.714-49    /  9902 0092

 

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O pão de queijo nosso de cada dia

Publicado por Tulio em 30 março, 2010.

O pão de queijo é famoso por ter várias receitas e até mesmo existem pessoas que guardam a sua a sete chaves. Portanto, não vamos entrar no mérito de escolher a melhor receita, mas a mais prática e adaptável para os USA.

pao queijo OK O pão de queijo nosso de cada dia
 
Muitas pessoas me perguntam quase diariamente sobre como fazer pão de queijo, ou mesmo, como encontrar os ingredientes necessários aqui no USA. Recentemente, uma ex-professora minha me escreveu dizendo ter se apaixonado pela iguaria mineira e goiana. O detalhe é que ela é iraniana e disse que sua vida mudou após ter provado o produto!
 
Particularmente, eu acho que USA é um fracasso em matéria de queijo. Existe pouca variedade, além de custar uma fortuna.  E vamos concordar, amigos, que queijo fatiado enrolado em plástico usado por muitas pessoas e em restaurantes por aqui não merece ser chamado de queijo, não é? Aquilo é um atentado aos amantes de um bom produto.
 
A receita que vou passar a seguir é a mais rápida e barata que encontrei. Esta é a maneira que muitas pessoas que eu conheço fazem pão de queijo. Sinceramente, eu não perco tempo fazendo bolinhas etc. Uso mesmo uma forma para muffins em que você pode ajustar o tamanho que quiser e está sempre em promoção  ou no Walmart. Justamente quando quero comer pão de queijo, é quando eu não tenho tempo de fazer, portanto, rapidez é o meu lema. Bem, deixemos de enrolação e vamos à receita:
 
Receita fácil de pão de queijo
Ingredientes
 
1 ovo
1/3 copo de óleo
2/3 copo de leite
1 e 1/2 copo (170 gramas) de tapioca flour – Farinha de tapioca (polvilho azedo).
1/2 copo (por volta 65 gramas) de queijo ralado de sua preferência. No entanto, eu sempre obtenho melhores resultados quando compro um queijo mexicano chamado queso fresco, mas se não tiver, simplesmente coloque aqueles em pacote que já vêm “desfiados”.
1/2 chá de sal (ou a gosto).
Modo de preparo
 
1.   Pré aqueça o forno a 400°F e unte a forma de muffin de sua preferência. Ponha todos os ingredientes no liquidificador, e aperte a tecla pulse, mas sempre ligando e desligando rapidamente até que tudo esteja misturado. Talvez você precise usar uma espátula para raspar os lados para ter certeza de que tudo esteja misturado certinho. Depois de tudo batido, você ainda pode guardar essa massa em uma vasilha e deixá-la até por uma semana na geladeira, não é ótimo? Você chega em casa e quer um pão de queijo quentinho, então basta colocar a massa nas forminhas e pronto!
 
2.    Coloque no forno entre 15 e 17 minutos. Não deixe que os pães de queijo fiquem muito dourados dentro do forno, pois eles sempre dão uma cozinhada a mais depois que são retirados do forno. Espere esfriar um pouquinho e PRONTO!
 
Fonte: Site Oi Canada, por Rafael Alcântara

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Como recusar amigos no Facebook sem ofender

Publicado por Tulio em 22 fevereiro, 2010.

 

Foto: Reprodução

 

Um colega que acabo de conhecer no trabalho me convidou para sua lista de amigos no Facebook. Não quero ofender, mas tampouco quero exibir minhas fotos de casa e placares horríveis no jogo de palavras cruzadas a alguém que mal conheço.

“Posso ser seu amigo?” é frase que talvez ajude a quebrar o gelo entre crianças pequenas, mas não é pergunta que se costume ouvir com frequência entre adultos.
Amizade, no sentido comumente entendido, é um relacionamento que evolui por meio de interesses compartilhados, experiências comuns e uma necessidade primordial de pedir emprestada a furadeira do vizinho. No entanto, para muita gente o Facebook permite um retorno à simplicidade da vida na escola.

Em lugar de convidar alguém para ser amigo de Facebook apenas depois de fazer amizade real, muitos de nós usam o serviço como um atalho para o trabalhoso processo de construir um relacionamento. Por que perder tempo perguntando a alguém que você acaba de conhecer sobre sua família, interesses e capacidades profissionais quando se pode simplesmente enviar um convite e ler as respostas no Facebook? E por isso pouco nos preocupamos ao receber convites como esses de alguém que, por exemplo, tenhamos conhecido em um jantar.

Mas a dinâmica é diferente para os colegas de trabalho. Ofender um colega a quem vemos todo dia com a recusa de um convite de Facebook é mais complicado do que evitar o convite de alguém a quem vimos apenas uma vez. É claro que muita gente não vê problemas em aceitar convites de colegas; mas, para quem prefere manter a vida privada e a profissional separadas, há outras opções além de rejeitar abertamente o convite.

Pode-se, por exemplo, aceitá-lo, mas limitar o que o novo “amigo” pode ler em seu perfil; basta criar uma lista de “colegas” no Facebook e adicionar o nome de seu novo amigo a ela; depois, altere a seção “informações de perfil” e controle as informações fornecidas aos integrantes da lista de colegas.
Barbara Pachter, especialista em etiqueta no trabalho, diz que outra alternativa é propor conexão via LinkedIn, uma rede social para relacionamentos profissionais.
Ela enfatiza que é importante não ofender o colega, e não apenas por polidez. “A pessoa que você ofende poderia se tornar seu chefe um dia”, diz.

Fonte: Reuters

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Sandália dita a moda dos pés no São João

Publicado por Tulio em 4 julho, 2009.

Havaianas fabrica todo ano pares do calçado com tema junino. Estampa tem a assinatura do artista campinense Fred Ozanan.

A sandália Havaianas dita a moda dos pés no arraial do Parque do Povo, em Campina Grande (PB). Há pelo menos cinco anos a fábrica Alpargatas, com sede na cidade, estampa as “legítimas” com desenhos temáticos e que fazem menção ao que é considerado “O maior São João do Mundo”. A versão “matuta” do calçado tem a assinatura do artista e chargista Fred Ozanan, que é campinense. 

Foto: Glauco Araújo/G1

 O título de “O Maior São João do Mundo” vai escrito no solado da sandália, que também apresenta desenhos estilizados de ícones da festa junina. A cada ano o modelo se renova e surpreende os turistas. O estande da Havaianas no Parque do Povo já é ponto de visita garantido.

 Por dia, centenas de pares são vendidos e o calçado ainda pode ser entregue em casa, junto com um cartão-postal também temático. É uma forma de diminuir o volume da bagagem para quem leva a sandália de lembrança para familiares e amigos. A peça custa R$ 19,99 e, antes mesmo do término do São João, algumas numerações já acabaram.  A fábrica de Campina Grande produz sete pares por segundo e é a responsável pelos calçados vendidos no país e no mundo. Nos Estados Unidos custam em média U$ 24.00 e a cada verão, as revistas de moda divulgam  as sandálias brasileiras em suas páginas.

 Glauco Araújo/G1

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